São Paulo recebe festival de documentários internacional

cidade de São Paulo e da cidade do Rio de Janeiro vão exibir mais de 80 documentários de 30 países diferentes entre o dia 19 ao dia 30 de Abril, em virtude do festival de cinema “É tudo verdade – 22º Festival Internacional de Documentários. Na cidade paulista, o filme que vai abrir o festival será o Cidade de Fantasmas, e por sua vez a cidade carioca abrirá com o filme “Eu, meu pai e os cariocas – 70 anos de musica no Brasil”. Importa referir que todas as sessões cinemáticas do festival serão gratuitas para o público.

O festival contará também com 16 estreias, um documentário que abordará a influência do regime soviético, e outro documentário (desta vez brasileiro) que abordará os maiores acontecimentos profissionais do artista Sergio Muniz. A maior novidade do festival está na inclusão de um concurso de longas-metragens de cariz latino-americanas e será preenchida por sete documentários.

No que diz respeito à Competição Brasileira de Longas e médias-metragens, o publico pode contar com sete filmes brasileiros. A Competição Brasileira Curtas-metragens contará com 9 filmes. O festival contará também com uma vertente semelhante às competições supramencionadas mas de cariz internacional: ao todo serão 12 filmes de Longas e Médias-Metragens e 9 filmes de curtas-metragens.

Segundo o Amir Labaki, o festival contou com um aumento de filmes inscritos para este ano, “Existe um mal estar no mundo. É natural que se reflita na arte e o festival está mostrando isso. Desde filmes existenciais, que falam da dificuldade de indivíduos atravessarem o cotidiano até questões maiores, como o impacto devastador da guerra na Síria sobre o planeta”.

Em relação aos filmes nacionais, o festival contará com filmes como A Terceira Margem (Fabian Remy), Em um Mundo Interior (Flavio Frederico e Mariana Pamplona), Maria – Não Esqueça que Eu Venho dos Trópicos (Francisco C. Martins) ou Tudo é Irrelevante. Helio Jaguaribe (Izabel Jaguaribe e Ernesto Baldan), entre outros. Por outro lado, os filmes internacionais que o publico poderá assistir nos festivais serão Abacus: Pequeno o Bastante para Condenar (Steve James, EUA), A Prisão em 12 Paisagens (Brett Story, Canadá/EUA), Paris é uma Festa – Um Filme em 18 Ondas (Sylvain George, França), Uma Vida Alemã (Christian Krones, Olaf Muller, Roland Schrotthofer e Florian Weigensamer, Áustria), etc. No que diz respeito às curtas metragens o publico poderá ver A Lembrança que Eu Gosto de Ter (Filipe Carvalho), Festejo Muito Pessoal (Carlos Adriano), Casa à Venda (Emanuel Giraldo, Cuba/Colômbia), Radiovisão (Gregor Zupanc, Igor Simi , Jelena Milunovic e Miloš Tomi , Sérvia), A Sibéria Não é Tão Gélida (Isabel Coixet, Espanha), etc. Por último, os filmes que estarão em exibição na competição internacional serão O Esquecimento (Im)possível (Andrés Habegger, Argentina/ Brasil/México), No Exílio: Um Filme de Família e Perón, Meu Pai e Eu (da competição de longas e médias-metragens internacionais), entre outros.

Luciana Lóssio participa de evento sobre a representatividade feminina no Direito e na política

A representação das mulheres na política do Brasil é um dos temas mais recorrentes debatidos durante reuniões corporativas de diferentes áreas profissionais do mercado. No final do mês de março, a juíza e ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luciana Lóssio, um dos nomes mais importantes entre as mulheres que atuam no setor político brasileiro e que, além disso, também luta constantemente pelo empoderamento feminino na política, fez parte de um evento na cidade de Curitiba em que essa questão foi apresentada e discutida.

Esse evento consistiu em um seminário chamado “Mais Mulheres do Direito – representatividade feminina”, o qual foi promovido pelo Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil do estado do Paraná (OAB-PR), tendo acontecido na sede da OAB-PR, que fica na capital curitibana.

A ideia central da discussão promovida pelo evento foi acerca da presença ainda escassa das mulheres tanto na área do Direito, exercendo cargos de advogadas, juristas e promotoras, como também no campo da política, como eleitoras, candidatas e entre os eleitos nas eleições país afora. Além da ministra Luciana Lóssio, que ficou responsável por apresentar a conferência de encerramento do evento, outros nomes importantes que também participaram e palestraram no local foram a Juíza Federal Vera Lucia Feil Ponciano, a desembargadora Estadual Joeci Machado Camargo, e a Doutora em Direito Público e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Eneida Desiree Salhado.

Através das conferências ministradas, foram explicadas a razão de todas as mudanças ocasionadas pela reforma eleitoral brasileira no que diz respeito a participação das mulheres na política, e também foi discutida a aplicação dessas mudanças durante as eleições de 2016, além dos aperfeiçoamentos que podem ser feitos para as próximas eleições.

Os organizadores do evento, Iprade e a OAB-PR, aproveitaram a oportunidade para fazer uma homenagem para a ministra do TSE, Luciana Lóssio, que em breve irá deixar a sua posição no Tribunal Superior Eleitoral. A ministra foi elogiada pela sua grande contribuição ao Direito Eleitoral do país, pelo seu empenho na defesa da valorização das mulheres na sociedade brasileira e também pelo ótimo trabalho desenvolvido por ela na Corte Eleitoral. O mandato da ministra irá se encerrar no dia 5 de maio.

Luciana Lóssio foi indicada para fazer parte do TSE em 2012 e desde o ano seguinte já atua como membro efetiva do Tribunal. Ela foi a primeira mulher do país a ser indicada para ocupar uma das duas vagas da instituição que são destinadas a juristas, e a quarta a integrar de forma efetiva esse órgão.

A advogada e juíza Luciana Lóssio é natural da cidade de Brasília e cursou Direito pela Universidade de Brasília (UniCEUB), em 1999. Logo após ser aprovada no exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), a advogada demonstrou uma grande vontade e aptidão em se especializar nos Estudos Eleitorais e Partidos Políticos, fazendo então várias especializações no tema durante os anos seguintes. Atualmente, ela já inclusive publicou artigos e textos acadêmicos de grande relevância acerca do tema.

 

 

Finalmente a primeira cidade recebe as águas do Rio São Francisco

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Em março de 2017, com direito a presença do Presidente da republica, Michel Temer, finalmente chegou a agua da transposição do Rio São Francisco, ao estado da Paraíba. A cerimonia foi restrita a convidados, e no lado de fora cerca de 100 pessoas protestavam contra o presidente.

A inauguração foi criticada pelo Ministério Publico, sob alegação que o trecho pode não aguentar com o aumento da vazão de água. O porta-voz do governo alegou que o volume da água será pequeno enquanto obras são finalizadas.

Inicio das obras

A construção da transposição do Rio São Francisco começou no segundo mandato do governo Lula, em 2008, com a promessa de ser finalizada em 2012. Apenas quase 10 anos depois, o primeiro trecho está sendo entregue a população. A princípio, a obra foi orçada para custar R$ 4,5 bilhões. Já foi gasto aproximadamente R$10 bilhões.

A água do rio São Francisco passara por dois eixos: O Norte e o Leste.

O Norte, que possui 260 quilômetros de extensão, foi prometido ser entregue no segundo semestre de 2017. Segundo os engenheiros responsáveis, falta apenas 5% para a obra ser finalizada. O eixo inicia em Cabrobó.

De acordo com o governo, faltam apenas três trechos para eixo Norte ficar pronto. Dois já estão no processo final. O terceiro estava sendo construído pela construtora Mendes Júnior, que saiu do projeto. Por isso o governo esta em processo de licitação para fechar contrato com outra empresa.

O eixo Leste, que possui 217 quilômetros, foi o que teve a parte inaugurada na presença do Presidente. Toda a região de Pernambuco já está operando. Esse eixo inteiro, segundo o governo, já esta funcionando.

Depois da ida do Michel Temer na cerimonia da chegada das águas do Rio São Francisco, os dois últimos ex-presidentes do Brasil. Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff visitaram o município de Monteiro para reivindicar a paternidade do projeto.

Procuradoria da Paraíba aponta problemas na transposição

A Procuradoria noticiou que o governo não cumpriu com vários compromissos prometidos.

“Não esta concluída, estando em fase de pré-operação e testes”.

O órgão afirmou sobre a ausência de obras de adequação nas Barragens Poções, Camaláu e Boqueirão. E ressaltou que não existem planos de contingência para o caso de acidentes.

A procuradoria apontou também para a precariedade da gestão do sistema, pois existe uma irregularidade da vazão da água que passa pelo Rio Paraíba.

O Ministério Publico do município de Monteiro(PB) alertou numa nota que as pessoas não se banhem nos canais de transposição, e não utilizem a água sem a autorização dos órgãos competentes. “Em caso de rompimento de barragens ou canais, cumpra as orientações da defesa civil” diz a nota.

ONU se reúne para discutir o ataque com armas químicas sobre a Síria

No dia 5 de abril de 2017, um dia após o ataque químico na Síria, foi realizada uma reunião do conselho de segurança da ONU em Nova York para discutir uma resolução condenando o ataque químico. Segundo o observatório Sírio dos direitos humanos, 72 pessoas morreram incluindo 20 crianças. Essa reunião foi pedida no dia 4 de abril, em caráter emergencial pela França e pelo Reino Unido logo após o ataque no noroeste da Síria.

Todos os países que falaram na reunião, condenam o uso de armas químicas e todos acham que os responsáveis devem ser punidos. O que eles não concordam é de onde partiu esse ataque, de que lado da guerra esse ataque surgiu e de quem deve ser cobrado a responsabilidade por tantas mortes, inclusive a morte de muitas crianças.

Os Estados Unidos, a França e o Reino Unido, culpam o governo Sírio. A China não culpou ninguém, mas pediu uma investigação. A Rússia chegou com uma história nova, ela acusou os rebeldes pelos ataques químicos e criticou a tentativa de aprovar uma resolução que chamou de obsessão em tirar Bashar al-Assad do poder.

A embaixadora americana na ONU Nikki Haley, não só acusou o massacre, mas ela ficou em pé e mostrou fotos de crianças mortas no ataque de terça-feira. Depois ela perguntou: Quantas crianças têm que morrer até que a Rússia se importe? Nikki Haley também disse que se eles não tomarem nenhuma resolução aqui, os Estados Unidos podem agir sozinho. A Rússia também deu mais detalhes de como acredita que esse ataque aconteceu.

O porta-vos do ministério da defesa da Rússia, Igor Konashenkov, culpou os rebeldes pelo ataque químico. O general afirmou que os aviões Sírios bombardearam um depósito militar dos rebeldes, onde segundo ele, eram produzidas armas químicas. Konashenkov disse que foi isso que provocou o vazamento de gás tóxico sobre a cidade de Khan ShayKhun na manhã do dia 4 de abril.

O ministro das relações exteriores do Reino Unido Boris Johnson, disse que todas as evidências até agora apontam a responsabilidade para o regime de Bashar al-Assad. Em um comunicado o secretário de Estado americano Rex Tillerson, exigiu que a Rússia e o Iran usem a influência sobre al-Assad para impedir que esse tipo de ataque horrível aconteça novamente.

O ministro da saúde da Turquia, Recep Akdag, disse que cerca de 30 pessoas chegaram da Síria para receber tratamento em hospitais turcos. Dois pacientes morreram. Ele disse também que os médicos encontraram evidências de que foi um ataque químico e todas as informações estão sendo enviadas a Organização Mundial de Saúde – OMS. Espera-se que nos próximos dias a ONU faça um pronunciamento público sobre novas evidências deste horrível ataque.

Veja também: A paz que o mundo precisa.

 

Mullen Lowe de José Henrique Borghi, conquistam cinco novas contas

A Mullen Lowe Brasil anunciou 5 novas contas que serão atendidas pela agência. Harley – Davidson, Coral Tintas, Casa & Vídeo, Hammerite e Sparlack. Conheça um pouco mais de cada uma das marcas e sua relação com a agência de José Henrique Borghi.

Harley – Davidson Brasil

A empresa fundada em 1903 é ícone no mundo das motocicletas. A Harley – Davidson dedica-se a fabricação e customização de motos de grandes tamanhos e cilindradas. A marca chegou ao Brasil oficialmente em 2011 e depois de passar por agências como a Moma agora é atendida pela MullenLowe. A agência de José Henrique Borghi ficará com a conta online e offline.

Coral Tintas

Com mais de 50 anos de história, a Coral é líder em seu segmento e sempre mostrou – se inovadora tanto nos produtos como na publicidade. A conta da Coral foi conquistada após o processo de concorrência que envolveu quatro agências na fase final. A MullenLowe será responsável pela comunicação das linhas de produtos e lançamentos da linha Coral.

Casa & Vídeo

A loja de departamentos fundada no Rio de Janeiro no ano de 1988 é líder de vendas nos segmentos de utilidades domésticas e ferramentas, eletroportáteis e climatização na capital fluminense.

A Casa & Vídeo retornou as atividades em 2011 e em 2013 assinou contrato com a antiga agência Borghi Lowe. Em 2017 volta a cartela de clientes da agência de José Henrique Borghi.

Hammerite

Pertencente a marca Coral, o esmalte sintético é um esmalte antioxidante que se aplica diretamente sobre ferro. A marca, que também é líder em seu segmento, chegou ao portfólio da MullenLowe no início de 2017, logo após a Coral assinar com a agência.

Sparlack

Líder nos setores de verniz, stain e cetol, a Sparlack é uma marca pertencente ao grupo Akzo Nobel, presente no mercado há mais de 80 anos. A MullenLowe ficará encarregada da estratégia global da Sparlack, que antes era da agência Havas.

O novo posicionamento da MullenLowe

André Gomes, co-CEO da MullenLowe Brasil o bom início de ano reflete as conquistas passadas da agência. “Tivemos três primeiros meses inacreditáveis. Passamos a trabalhar com marcas desejadas pelo consumidor”. O co-CEO mostrou empolgado com as novas contas e ressalta a expertise que eles possuem no setor.

José Henrique Borghi, co-CEO/CCO da agência destaca a importância das contas e oportunidade de testar a criatividade. “Trabalhar com novos clientes, em novos segmentos e com grandes marcas é uma grande oportunidade para todo criativo”.

Ele explica que algumas campanhas já estão em fase de aprovação e que todos os envolvidos estão prontos para construir parcerias duradouras com os clientes.

Um pouco sobre José Henrique Borghi

Graduado em Publicidade pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCamp), o fundador da MullenLowe, antiga Borgh Lowe passou por grandes agências do país como a Standard Ogilvy, DM9 / DDB, Leo Burnett, entre outras até fundar sua própria: a BorghiErh, com sede no quintal da casa de Erh.

De lá para cá foram muitas as campanhas, das quais pode – se destacar “É o Amor”, da Sazon e a dos bichos de pelúcia da Parmalat, entre outras premiadas em grandes festivais da propaganda como o Lion Cannes.

Skoll vai retirar de circulação cartazes considerados machistas

Uma das mais tradicionais marcas de cervejas brasileiras afirmou este mês que cartazes com mulheres em cenários apelativos esta no passado da marca, e que eles não pretendem mais fazer este tipo de publicidade.
Skoll, decidiu este ano que não mais criaria campanhas publicitarias utilizando as mulheres como símbolo sexual. De acordo com a marca este tipo de campanha denegri a imagem da mulher e não vai fazer parte do futura da marca.
No mesmo dia em que fez o anuncio publicamente, a Skoll lançou um vídeo em suas rede sociais, o titulo do vídeo é ‘isso não nos representa mais”.
Claro que a iniciativa de remover todos os cartazes da marca considerados machistas também é para a marca uma campanha publicitaria. junto com o anuncio a marca de cerveja afirmou que em sua próxima campanha chamou oito mulheres artistas para trabalhar em uma campanha que fará uma releitura de antigos cartazes da Skoll.
Em suas redes sociais a Skoll também pede para que as pessoas comecem a denunciar os bares que ainda utilizam os antigos cartazes. A dirigência da marca não quer mais a imagem do produto sendo associada a assuntos polêmicos.
Faz algum tempo que a imagem da mulher em campanhas publicitarias vem sendo discutida publicamente. Algumas marcas já tiveram suas campanha censuradas e removidas da televisão quando movimentos feministas consideram o material apelativo.
A nova campanha não é exatamente um pedido de desculpas da marca, mas é considerado por muitos um marco na história da publicidade brasileira. A Skoll é a primeira grande empresa a se posicionar contra o machismo na publicidade e a favor de uma mudança de imagem.
Além de assumir publicamente que suas antigas campanhas publicitarias incomodam muitas mulheres, a marca está pronta para encarar um mercado mais plural, e não focado apenas no publico alvo masculino.
Uma representante da Skoll em entrevista afirmou que a intenção não é nunca mais mostrar uma mulher de biquíni, o problema das antigas campanhas é o conceito.
Vários cartazes de cerveja brasileira mostram mulheres lindas em posição de submissão ao homem, os servindo o produto vendido. A intenção de agora em diante, de acordo com a representante da marca, é ter a certeza de que ambos os sexos são representados de forma justa e deixar o machismo de lado.
Além da Skoll outras marcas de cerveja vem diminuindo o teor sexual que pairava sobre suas campanhas publicitarias. A Antártica não usa mais a palavra “Boa” para se referir de forma ambígua a cerveja e a mulher.
A Brahma também apresentou mudanças. Em uma das mais recentes campanhas, a Brahma fala de uma mestra cervejeira como sendo um exemplo em profissionalismo e qualidade

Lego vai lançar brinquedo inspirado nas mulheres cientistas da NASA

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A marca americana fabricante de brinquedos vai lançar um conjunto de miniaturas das mulheres cientistas que ajudaram no programa espacial dos anos 60. Entre elas está Katherine Johnson, que ganhou fama internacional depois do lançamento do filme indicado ao Oscar, “Estrelas além do tempo”.

De acordo com a marca, serão lançados 5 miniaturas diferentes este ano. As miniaturas são homenagens a 5 mulheres que trabalharam na NASA. Essas mulheres foram no passado cientistas, engenheiras e astronautas, e fizeram parte do progresso do programa espacial da agência.

A astronauta Sally Ride é uma dessas homenageadas. Ela foi a primeira astronauta do sexo feminino da NASA, e foi ao espaço ainda nos anos 80, depois das mulheres soviéticas, que verdadeiramente foram às primeiras mulheres no espaço.

Outra dessas homenageadas pela Lego e a cientista negra Katherine Johnson. Sua historia foi contada no filme Estrelas além do tempo, em inglês, Hidden Figuras (tradução: figuras escondidas). Até então poucas pessoas tinham o conhecimento de que mulheres negras tinham participado do programa espacial da NASA, e que tinham sido uma das principais responsáveis em levar o homem até a lua.

O filme conta como Katherine e outras negras começaram a trabalhar na agência espacial, e como a ajuda delas foi essencial não só para o pleno funcionamento da NASA, mas também como eram importantes na área cientifica da NASA.

Katherine era responsável pelos cálculos realizados pelos cientistas para descobrir onde exatamente na Terra a capsula dos astronautas iria pousar. Sem esses cálculos era impossível chegar ao local a tempo de fazer o resgate do astronauta que podia ficar numa capsula no fundo do oceano por dias.

A publicação foi feita logo no final do mês de fevereiro, depois da cerimonia do Oscar. O filme tinha 3 indicações, incluindo de melhor atriz coadjuvante, e de melhor filme.

A jornalista de ciência Maia Weinstock foi quem conseguiu levar à ideia a diante. Maia realizou uma votação no site Lego Ideas, e conseguiu com que mais de 10 mil pessoas votassem a favor das 5 miniaturas.

No site sempre que uma proposta alcança certo numero de pedidos, a empresa tenta colocar em pratica visando a vontade dos fãs da marca que são muitos.

A Lego afirmou que a ideia será levada a serio e executada ainda em 2018, pois empresários enxergam grande potencial para inspirar crianças.

O design final e os valores das miniaturas serão revelados no ano que vem.

 

Flavio Maluf noticia sobre a CinemaCon 2017 que não teve a participação da Netflix

Durante a edição desse ano do CinemaCon, principal evento relacionado a indústria do cinema dos Estados Unidos, que conta com a participação de cerca de cinco mil executivos e donos de cadeias de cinemas, os estúdios reafirmaram a ideia de que o grande inimigo da indústria cinematográfica é a Netflix, informa Flavio Maluf.

Essa batalha entre a indústria do cinema e a Netflix pode ser interpretada como uma releitura do que aconteceu durante a década de 50, quando o grande inimigo da indústria de filmes era a televisão. Nessa época, os executivos também tiveram que encontrar soluções sobre como competir com um entretenimento gratuito e que pode ser acessado dentro de casa, como era o caso da televisão. Nas décadas seguintes, esse fenômeno se repetiu várias vezes com o video cassete, DVD, TV a cabo e, mais recentemente, com os serviços de streaming como a Netflix.

Atualmente, com a internet e o avanço da banda larga para um número cada vez maior de pessoas, muitos canais de televisão já estão investindo em versões online de sua programação, o que reforça essa tendência de oferecer cada vez mais conteúdo inédito para o público através de plataformas online, noticia Flavio Maluf.

Para não ficar para trás, a indústria do cinema precisa continuar se renovando constantemente para permanecer atrativa aos olhos do público. Nesse aspecto, um dos destaques apresentados na CinemaCon foram os assentos interativos, que prometem incorporar uma realidade virtual cada vez maior com o intuito de oferecer uma “experiência de imersão completa” nas salas de cinema, tudo isso através de assentos que balançam, tremem e jogam fumaça, por exemplo.

Contudo, em relação aos serviços de streaming, os analistas desse mercado garantem que a indústria cinematográfica terá que se adaptar a essa nova realidade para permanecer lucrativa. Isso significa que todos os filmes irão ter eventualmente os seus direitos vendidos para serem exibidos através de plataformas como a Netflix, a única questão sendo quando e por quanto isso será feito, reporta Flavio Maluf.

Alguns dias antes da realização do CinemaCon 2017, alguns sites norte-americanos divulgaram a notícia de que vários estúdios de cinema estavam considerando a hipótese de lançar os seus filmes de modo quase simultâneo ao que acontece nas salas de cinema, nas plataformas online, cobrando uma espécie de “ingresso virtual” do público. Porém, a ideia repercutiu muito mal entre os donos de cinemas, que rejeitam esse tipo de acordo.

O fato de ser considerada a maior ameaça atualmente pelos estúdios fez com que a Netflix não participasse da CinemaCon. Com cerca de 94 milhões de assinantes em todo o mundo, a plataforma já consegue arcar com a produção de um número cada vez maior de filmes, o que a torna cada vez mais poderosa nesse mercado e, consequentemente, mais ameaçadora aos olhos da indústria cinematográfica, informa Flavio Maluf.

Em contrapartida, a Amazon, um dos serviços de streaming rivais da Netflix, compareceu a CinemaCon, principalmente por adotar uma postura apaziguadora com os estúdios. Ao contrário da Netflix, a Amazon não tenta disponibilizar os filmes de forma rápida em sua plataforma, o que faz com que ela seja mais bem vista pela indústria e inclusive concorra com suas produções originais nos eventos mais importantes do cinema mundial, como o Festival de Cannes e o Oscar, noticia o empresário Flavio Maluf.

 

Fonte

Conheça a moto voadora do futuro

Durante evento, a Honda e BMW apresentaram novos modelos. Durante apresentação se viu modelos que não caem, robôs pilotando motocicleta, e até uma moto voadora. A maior novidade, e a com mais probabilidade de chegar ao mercado é o modelo anti-queda. De acordo com as marcas, a moto teria tecnologia de equilíbrio avançada para ficar de pé mesmo sem o auxilio do motorista.

Já existe uma tecnologia avançada presente nos modelos atuais. Alguns modelos apresentam avançada tecnologia de tração, ABS, e em alguns casos, modelos possuem até airbags. A intenção deste evento é na verdade tentar desvendar como serão os modelos do futuro, sem nenhuma intenção de coloca-las a venda de imediato. A maioria dos modelos são apenas protótipos, apresentados para tentar entender sua possível aceitação do publico.

Um dos modelos apresentados atuam prevenindo quedas. De acordo com a assessoria da Honda, e da BMW, o modelo possui sistema de sensores que detectam quando o veiculo deve prevenir algum distúrbio em seu equilíbrio.

Em um projeto desenvolvido entre a Lego e a BMW surgiu o que seria uma “moto voadora”. A imprensa foi informada que na verdade o projeto é considerado uma obra de arte, e não possui engenharia real para voar.

Entretanto, indo na mesma direção, os russos se inspiraram na tecnologia utilizada pelos drones para realmente apresentar uma moto capaz de voar.

Para que o evento fosse mais divertido, a Yamaha, empresa japonesa, apresentou um robô que é capaz de pilotar uma moto, e que pretende desafiar o corredor Valetino Rossi para uma corrida. De acordo com a Yamaha, o projeto foi criado para tentar desenvolver uma moto autônoma. As pessoas iriam de carona, mas não pilotariam a motocicleta.

O modelo de maior sucesso durante o evento foi mesmo a Vision Next 100, da BMW. A moto com tecnologia anti-queda foi bastante elogiada, não só pela tecnologia, mas pelo designe futurista minimalista. Modelo recebeu este nome como tentativa da marca de prever o futuro do meio de transporte para os próximos 100 anos.

A BMW ainda foi mais longe, afirmando que o modelo Vision vai dispensar o uso de qualquer equipamento de segurança. De acordo com a marca, os sensores do modelo também atuariam prevenindo situações de perigo eminente.

A moto é inteligente, então acabaria tendo ações espontâneas diferentes dependendo da situação em que seu equilíbrio fosse ameaçado. O modelo acompanha um óculos que funciona como centro de informações para a navegação da moto.

 

 

O milionário que decidiu doar toda sua fortuna

Decidido a doar tudo que construiu durante anos e ceder todos os direitos de sua empresa, o empresário bem sucedido e milionário John Elliott decidiu fazer isso e deixar um patrimônio de R$ 270 milhões a uma fundação no Reino Unido.

Ao se deparar com a idade avançada e tudo que já fez pelo seu país e sua comunidade, John Elliott, de 73 anos, não deixa dúvidas alguma quanto ao seu patriotismo voltado para a economia de sua região e para toda história e conquistas de seu povo.

Ao chegar próximo a fábrica que fica localizada no nordeste da Inglaterra conduzindo um Jaguar, Elliott nos conta orgulhosamente que ali foi produzido o primeiro motor de uma locomotiva, o primeiro motor a vapor que revolucionou a história da indústria e que teve a honra de ser produzido naquela região.

Ele nos conta orgulhosamente e com muito desdém, também conta que hoje em dia os japoneses detentores da Hitachi, produzem deliberadamente muito dos trens que circulam pela Europa e Reino Unido.

Elliott não mede muito as palavras ao dizer tudo que pensa e enfatizar a paixão e o patriotismo que defende a todo custo em prol de sua comunidade. Ele é responsável pela criação e administração de uma empresa multimilionária que se encontra entre grandes empresas da Inglaterra, a Ebac.

Criada em 1972, a Ebac produz linhas de desumidificadores de ar, refrigeradores e passou a ser a primeira empresa no Reino Unido a produzir máquinas de Lavar Roupas. Situada na cidade de Newton Aycliffe, é carro chefe na geração de emprego e de movimentação da economia local.

Elliott defende a permanência de sua fábrica no Reino Unido e deseja que ela nunca seja incorporada a nenhuma outra marca ou de modo parcial acabar sendo vendida. Seu maior desejo é que a empresa continue onde esta sendo um patrimônio para aquela região e fonte de renda para seus habitantes.

A empresa multimilionária de Elliott, conta com a mão de obra e a participação direta de suas filhas nos negócios e decisões. A decisão do empresário de deixar toda a empresa e sua administração nas mãos da fundação Ebac e não deixar para suas filhas, foi tomada pelo fato de que esta fundação irá proteger todos os direitos e obrigatoriamente permanecer naquela região. “Como a fundação da empresa nunca será vendida, eu nunca senti que a empresa era minha para vender” diz Elliott.

Os termos implicam em manter toda a produção e renda em Newton Aycliffe e a rentabilidade da empresa deve ser equiparada com os grupos da sociedade. As filhas de Elliott concordam com a decisão e respeita o desejo do seu pai por proteger a economia de onde moram e preservar toda a história daquela região.

 

Veja também, mais informações sobre a economia da Inglaterra.