Jovens empreendedores promovem atitudes sustentáveis em rede de franquias – reporta Flavio Maluf

A relação entre o mundo empresarial e atitudes sustentáveis é cada vez mais comum, especialmente por causa do posicionamento dos jovens empresários – cada vez mais preocupados com a preservação do meio ambiente e as questões éticas e sociais que o rodeiam. Por meio da reciclagem do próprio lixo ou execução de outras ações relacionadas ao tema, as mudanças de valores e conceitos dos empresários parecem estar engajadas na busca pela proteção da natureza, reporta o executivo das empresas Eucatex, Flavio Maluf.

A rede de franquias focada em publicidade de sacos de pão, PremiaPão, foi criada com a finalidade de fazer a diferença. Com início das atividades no final de 2015, o intuito de levar adiante os ideais sustentáveis sempre esteve presente na cabeça dos jovens diretores. A franquia se comprometeu com a sustentabilidade desde o início de suas atividades: o carro-chefe do negócio é um saquinho de pão, composto por material biodegradável – tornando-os 100% ecológicos. O produto é utilizado por todas as 180 unidades da franquia. De forma paralela, a cada nova produção destinada aos franqueados, uma árvore é plantada: aproximadamente 100 árvores já foram plantadas – grande parte em Joanópolis (SP), noticia Flavio Maluf.

As práticas sustentáveis também estão presentes na rotina dos colaboradores da rede por meio dos materiais utilizados no cotidiano das unidades: são cadernos de papel reciclado, lápis e canetas com sementes, pen drive à base de bambu e sacolas ecológicas em substituição às de plástico. De acordo com o diretor executivo da PremiaPão, Raphael Mattos: “Nossa empresa pode fazer muita diferença para a sociedade. O que inclui o futuro dos nossos filhos. Acredito que as coisas em relação aos negócios podem ser vistas e elaboradas de uma maneira diferente, em busca de resultados sim, mas que sejam positivos para todos. Principalmente porque somos os maiores interessados, por isso buscamos inspirar outras pessoas a fazerem o mesmo”, revela.

Entre os franqueados as ações vêm funcionando: a cada produção de sacolas, as unidades também começaram a plantar árvores em suas cidades e a incorporar as atitudes sustentáveis no cotidiano, informa o empresário Flavio Maluf. Tal atitude é reflexo da essência da franqueadora, que sempre almejou conduzir valores éticos em suas atividades. Conforme revela Mattos: “Quando assumimos esse compromisso, os consumidores, franqueados e outros parceiros conseguem enxergar na PremiaPão um diferencial. Com isso, eles acompanham as nossas investidas para a melhoria do meio ambiente.”, reporta o executivo Flavio Maluf.

Tendência de futuro

A conduta da rede em relação ao meio ambiente corrobora com a orientação das tendências de negócio para os próximos anos – a aceitação dos consumidores a produtos sustentáveis cresce a cada dia, noticia Flavio Maluf. De acordo com dados da consultoria Nielsen, 66% dos clientes aceitam pagar mais caro por produtos ou serviços que não agridem o meio ambiente. Além disso, a Câmara de Comércio e Industria Brasil-Alemanha, em parceria com a Roland Berger, efetuou pesquisa revelando que o mercado sustentável deve crescer entre 5% e 7%, no Brasil, nos próximos três anos.

 

Primata é batizado em homenagem aos filmes da série Star Wars

Uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Sun Yat-sen, na China, mostrou uma nova espécie de primata, que vive numa região chinesa, chamada Yunnan. Essa nova espécie, foi batizada de gibão-hoolock Skywalker, homenageando os filmes de ficção científica Star Wars. Essa espécie não era desconhecida dos pesquisadores, mas foi só agora, que foi identificada como diferente do gibão. Este estudo, analisou as particularidades genéticas e físicas desse macaco, e foi publicado no American Journal of Primatology.

Sam Turvey, co-autor do estudo e pesquisador da Sociedade Zoológica de Londres, declarou que várias espécies de primatas, foram extintas  ou tiveram uma diminuição significativa , devido à caça, a perda de seus habitats e ao número excessivo de seres humanos. Foi identificado também que o gibão-hoolock Skywalker, sofre risco de ser extinto.

Esses primatas vivem geralmente em florestas tropicais da Ásia, em países como Índia, China, Myanmar e Bangladesh. Esses animais vivem passando de galho em galho, quase não indo para o solo.

Todos dessa espécie de primatas gibões, têm as sobrancelhas brancas e na maioria das vezes, possuem barbas brancas também. Mas os primatas que foram pesquisados pela equipe de cientistas da China, não possuíam características físicas de nenhuma das outras espécies já identificadas. Inclusive o som emitido por eles, usado para estabelecer seus territórios ou para atrair os outros, não era igual ao dos outros gibões. Essa diferença mostrou aos pesquisadores, que poderia ser uma nova espécie de primata.

Nas análises físicas e genéticas feitas pelos cientistas, de espécies já conhecidas de primatas, acabaram confirmando as suas suspeitas, de que o macaco estudado, não possuía as mesmas características dos outros gibões, mostrando que ele era uma espécie diferente das conhecidas entre os primatas.

Foi dado o nome científico de Hoolock tianxing para o pequeno macaco, e como seu nome comum, o de gibão-hoolock Skywalker, que os pesquisadores resolveram dar, em homenagem aos filmes da série Star Wars.

Esses primatas vivem em grandes altitudes, em que suas reservas são encontradas numa escalada de cerca de 2.500 metros de altitude, para que esses gibões-hoolock Skywalker possam ter o seu habitat natural. Eles vivem na parte de boa qualidade da floresta, porque a parte mais baixa dela, já foi explorada pelos seres humanos, declarou o pesquisador, Sam Turvey.

Os cientistas acreditam que devem existir, em torno de 200 macacos dessa espécie, vivendo na China e também alguns deles, vivendo no país vizinho, chamado Myanmar. Eles também declararam, que apesar dessa espécie de primata ter sido descoberta recentemente, já pode ser considerada em extinção, devido ao número reduzido de macacos, que sobreviveram às ameaças decorrentes da perda do seu habitat natural e pela caça realizada contra esses pequenos macacos. Devido a esses fatores, os pesquisadores concluíram que esses primatas deveriam ser classificados, como uma espécie em risco.

 

 

“Alien: Covenant” não teve o mesmo impacto que o ‘Alien’ original, segundo críticas

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A volta de Ridley Scott à saga primorosa que começou em 1979 com ‘Alien: O 8º Passageiro’ não agradou muito os críticos de plantão; “Alien: Covenant” ficou com notas abaixo do esperado em sites como o Folha e El País.

Depois de explicar a existência dos Space Jokeys no longa anterior, “Prometheus”, o aclamado diretor Ridley Scott tinha a missão de revelar, no sexto filme da franquia, como surgiu a forma icônica da criatura assustadora do primeiro ‘Alien’, porém, isso não foi o bastante para evitar que o longa ganhasse duras críticas de alguns sites.

“Ridley Scott possui talento […] depois de realizar sucessivamente três obras-primas, essa genialidade desapareceu”, escreveu Carlos Boyero, para o site El País.

Segundo ele, o diretor, talvez, tenha confiado demais no sucesso comercial de uma criatura mitológica, que acreditou estar legitimado a voltar para as mãos do criador. Isso justificaria a razão pela qual Ridley Scott decidiu por retornar a sua antiga e fascinante obra-prima.

No site Omelete, da UOL, o crítico chama a atenção pelo desinteresse do diretor em seguir as regras do gênero que ajudou – e muito – a popularizar, e afirma que ‘Alien: Covenant’ ficou muito abaixo do filme de 1979 como experiência de horror e claustrofobia.

“[…] as cenas de matança do Alien frequentemente se resumem ao pós-morte e Scott evita se entregar por completo ao sadismo que se esperaria do seu conto moral”, criticou Marcelo Hessel, para o UOL.

O mesmo crítico também disse que a protagonista Daniels (Katherine Watherston) é uma versão recauchutada da destemida Ellen Ripley (Sigourney Weaver), e torceu o nariz para o resto da tripulação que, segundo ele, reagia de forma estúpida ao perigo, metralhando tanques explosivos ou metendo a cara onde não devia.

Houve, também, comparação ao longa “Vida”, trama semelhante a “Alien”, mas tido como mais empolgante, inteligente e que conseguiu surpreender no final, coisa que, para eles, “Alien: Covenant” passou longe, por ser constrangedor de tão óbvio.

A tetralogia foi revisitada por vários diretores, mas segundo críticos, nenhum foi tão bom quanto o primeiro. “Aliens: O Resgate” (1986) foi dirigido por James Cameron, ganhador do Oscar por “Titanic” e “Avatar”. “Alien 3” (1992) teve a mão de David Fisher, o mesmo diretor de “Se7en” e “Clube da Luta”. Já “Alien – A Ressureição” (1996) foi dirigido pelo mesmo diretor de “Amelie Poulain”, o francês Jean-Pierre Jeunet.

“Alien: Covenant” estreou em maio e trouxe Michael Fassbender, James Franco e Danny McBride no elenco.

 

Chesf divulga resultados do 1º trimestre, noticia Marcio Alaor, do Banco BMG

O primeiro trimestre de 2017 registrou saldo positivo para a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf). Durante os três meses iniciais do ano, o lucro líquido auferido foi de R$ 209,7 milhões – no mesmo período do ano passado, havia sido contabilizado prejuízo de R$ 7,6 milhões. O expressivo resultado é proveniente da adoção da Remuneração do Ativo Financeiro da Transmissão (RBSE), referente aos ativos de maio de 2000, não amortizados ou depreciados, das instalações da Rede Básica do Sistema Existente. Entretanto, os valores demonstrados não representam, necessariamente, a inserção imediata de recursos, pois o recebimento dos fundos será realizado a partir das receitas mensais (de transmissão), tendo início no mês de julho, durante o período de oito anos, reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

No balanço divulgado, a Chesf expôs receita de geração 13% acima do verificado no primeiro trimestre de 2016: saltou de R$ 564,7 milhões para R$ 638,4 milhões. No início deste ano, a Companhia conseguiu decisão judicial autorizando o desbloqueio de valores bloqueados no processo judicial batizado de “Fator K”, o que proporcionou o reinicio de obras consideradas essenciais, por conta da falta de dinheiro em caixa. Sinval Gama, presidente do órgão, anunciou no mês de março, o Programa de Obras e Modernização da Chesf, com projetos que deverão ser realizados até o final de 2018 e deverão beneficiar os nove estados nordestinos. O programa envolverá modernizações e empreendimentos novos, noticia Marcio Alaor, do Banco BMG.

Resultados da Eletrobras

Os números da Eletrobras, subsidiaria da Chesf também foram divulgados. A companhia registrou lucro líquido, no primeiro trimestre, de R$ 1,39 bilhão. A nível de comparação, nos três primeiros meses de 2016, a Eletrobras havia registrado prejuízo líquido de R$ 3,89 bilhões, de acordo com seu último balanço. A alienação das ações da Celg D em cotas societárias, após leilão realizado em novembro passado, causou efeito positivo de R$ 1,52 bilhão nas entradas da empresa, noticia o executivo do Banco BMG, Marcio Alaor. Quando se analisa a receita operacional líquida, o saldo registrado no primeiro trimestre de 2017 foi de R$ 8,96 bilhão. Nos três primeiros meses do ano passado, a companhia havia registrado R$ 6,76 bilhão. O resultado positivo conta com a participação dos ativos de transmissão – que passaram a ser reconhecidos contabilmente – no valor de R$ 1,55 bilhão.

Outro ponto que impactou positivamente os resultados foi a diminuição da reserva referente aos processos judiciais que compreendem empréstimos compulsórios. Ao todo, a redução caiu drasticamente: R$ 2,81 bilhão nos três primeiros meses de 2016 para R$ 142 milhões no mesmo período de 2017. O Lajida (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) foi de R$ 1,41 bilhão, noticia Marcio Alaor, do BMG.

Mudanças na direção da subsidiária

A Eletrobras, desde a posse de Wilson Ferreira Jr, novo presidente da companhia, fomenta uma grande mudança em seu quadro de gestores. Desde o mês de julho de 2016, quando Ferreira Jr assumiu, mais de 70% de seus conselheiros e diretores foram trocados, reporta o vice-presidente do Banco BMG, Marcio Alaor.

 

 

A empresa Symnetics celebra parceria com a Stratec

A empresa Synmetics, que presta serviços de consultoria pelo país em Gestão Estratégica, Inovação e Excelência Operacional e conta com filiais instaladas em países da América do Sul, Europa e os Estados Unidos da América celebrou uma parceria com a empresa Stratec. A Stratec é uma empresa que trabalha no mercado de software nos campos da gestão estratégica e com intervenções na América do Sul e na Europa. A finalidade destas empresas está em oferecer um novo serviço em conjunto ao mercado com o inuito de assegurar um novo planejamento estratégico e outros acompanhamentos de resultados. Com isto, as empresas pretendem que haja uma impressão positiva no mercado e nas empresas nas quais eles realizam os respetivos serviços de eficiência na gestão corporativa.

De acordo com o Diretor da Symnetics, Antônio Sorbara Jr., “a parceria é um passo importante da empresa no sentido de oferecer ao mercado uma solução tecnológica completa, de alto nível, com excelente suporte local, e o mais importante é que essa parceria irá potencializar a geração de resultados para nossos clientes, por meio de uma melhor capacidade de execução, englobando o monitoramento de desempenho, a gestão de projetos e o orçamento”.

O diretor regional da Symnetics enfatiza a dificuldade de algumas empresas em garantir a implementação de novas estratégias nos procedimentos, por defeito dos comportamentos dos líderes ou gestores, pelo não cumprimento das metas e montantes definidos pelo orçamento anual, pelo desalinhamento com as estratégias a seguir, pelo insucesso das equipas, pela falta de recursos humanos necessários para o pleno desenvolvimento da empresa. Segundo Sarbora, estas dificuldades podem ser eliminadas através do acompanhamento correto de profissionais ou pela utilização de ferramentas que ajudem na execução e nos controlos dos esforços dos recursos humanos da empresa e na correta aplicação dos fundos financeiros nos procedimentos para atingir os objetivos e metas comuns.

De acordo com Guilherme Barbassa, “Assim como a Stratec necessita de insumos de um bom planejamento em seus clientes para que o software tenha o seu potencial máximo utilizado, nós também aumentamos a eficácia da execução do planejamento feito pela Symnetics. Então, o encaixe das ofertas potencializa um ao outro”. Barbassa afirma que que, “o maior desafio dos executivos é colocar em prática a estratégia, alinhando os recursos aos objetivos globais da organização e garantindo sua posição competitiva” e conclui dizendo que “”O Software integra de maneira inteligente os dados vindos de outras fontes, o que facilita a tomada de decisão e a torna mais assertiva”

 

Brad Pitt revela estar em terapia, após o divórcio entre ele e Angelina Jolie

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Brad Pitt revelou que deixou de beber e começou a terapia para ajudá-lo com o seu estado emocional, depois do divórcio dele e de Angelina Jolie. Sua entrevista com GQ Style marca a primeira vez que o ator fala publicamente sobre a separação.

“Acabei de começar a terapia”, disse Pitt. “Eu adoro isso, adorei, passei por dois terapeutas para ir para a direita”. Ele admitiu beber pesado e fumar maconha no passado e disse que suas atitudes com relação ao seu estilo de vida, foi o estopim para o fim de seu casamento.

“Estou pessoalmente muito retardado quando se trata de fazer um inventário das minhas emoções. Eu sou muito melhor em encobrir”, acrescentou Brad Pitt.

Jolie anunciou em setembro de 2016 que ela estava pedindo o divórcio do ator. O casal permanecia junto desde 2004, mas só se casou em 2014. O casal se envolveu em uma amarga disputa de custódia infantil nos meses seguintes ao anúncio de sua separação.

Pitt foi investigado por possível abuso infantil depois de perder seu temperamento na frente de algumas das crianças, porém mais tarde foi apagada das alegações. O ator disse que a separação com Jolie tinha sido um “enorme gerador de mudança”.

“Não me lembro de um dia desde que saí da faculdade quando eu não estava bebendo ou tinha um spliff, ou algo assim”, disse ele. “Estou realmente, muito feliz por ter terminado com tudo isso, quero dizer, parei tudo, exceto beber quando comecei minha família”. “Mas mesmo este último ano, eu estava mergulhado no álcool, coisas que eu não sabia mais lidar. Eu estava bebendo demais.”,

Pitt disse que amava o vinho, acrescentando que “com sinceridade, eu poderia beber um russo sob a mesa com sua própria vodka.” O ator disse que agora substituiu o álcool por suco de cranberry e água gaseificada.

Em relação ao divórcio, Pitt disse que ele e Jolie decidiram abandonar o caminho do “ódio vitriólico” e trabalhar juntos para resolver seus problemas, acrescentando que eles estavam comprometidos em resolver as questões de forma amistosa e privada.

Pitt também disse que está encontrando consolo em trabalhar criativamente com as mãos: “Estou fazendo tudo, estou trabalhando com argila, gesso, vergalhão, madeira”. Falando mais amplamente sobre sua carreira, ele disse: “Eu realmente não penso mais em mim mesmo como um ator. Ele ocupa tão pouco do meu ano e meu foco”. “O filme me parece um passe barato para mim mesmo, como uma forma de obter esses ressentimentos, não funciona mais, especialmente sendo um pai”.

Brad Pitt e Angelina Julie, se separaram oficialmente em setembro de 2016. A separação repercutiu muito perante após Angelina Jolie ter acusado Brad Pitt de traição e de ser um viciado em ervas e álcool, o que colocava a segurança de seus seis filhos em risco.

Conheça o verdadeiro motivo que levou Brad Pitt e Angelina Jolie a se separarem.

Conheça o sistema Smart Track do Hospital Copa Star

No atendimento médico qualquer segundo pode ser importante para o tratamento do paciente. O que requer soluções inovadoras e seguras como o Smart Track, adotado pela Rede D’Or São Luiz. Conheça um pouco mais desse recurso e como ele pode tornar o atendimento mais eficiente.

O sistema Smart Track está presente nos hospitais da Rede D’Or São Luiz. O modelo, orçado em mais de R$ 50 milhões, evita a demora no atendimento, comum nos hospitais brasileiros. O modelo prevê um clínico geral atendendo ao invés de um enfermeiro no momento da triagem.

O paciente que se encontra em estado não – grave tem maior conforto e um resultado final mais eficiente. Dependendo da situação, os pacientes são examinados, a enfermidade é identificada e na própria triagem são liberados, sem necessidade de internação ou de um tratamento mais prolongado.

Caso seja necessário um especialista, o paciente será direcionado para as próximas etapas do atendimento, já com outra equipe. A partir do momento que o paciente passa pela triagem começa a ser monitorado e seu estado é passado para a equipe seguinte.

Uma das vantagens do modelo de atendimento em relação ao tradicional é a possibilidade de identificar alguma mudança no quadro paciente e agilidade no atendimento como um todo. Segundo o coordenador da Rede D’Or São Luiz, Jorge Luiz Nahas, o tempo médio de atendimento passou de 1 hora e meia para 20 minutos, no máximo.

Diferença em relação ao atendimento convencional

Na maioria dos prontos-socorros do país, as equipes seguem o protocolo de Manchester. Ele consiste em na organização conforme o nível de gravidade do paciente, o qual é identificado por cores. Geralmente, a triagem é feita por um enfermeiro, a ficha retorna a recepção e aguarda o especialista chamar. Dessa forma, 80% da demanda emergencial são tratadas no próprio ambulatório.

O Smart Track é baseado no modelo lean manufacturing, utilizado em fábricas no intuito de reduzir sete tipos de desperdícios: tempo, produção além da necessidade, transporte, processamento em excesso, defeitos, inventário e movimento. Essa filosofia de atendimento emergencial é totalmente diferente, o que reduz o tempo de espera sensivelmente.

Sobre a Rede D’OR São Luiz

Atualmente a rede D’OR São Luiz é a maior operadora de hospitais do país, com presença nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal. Fundada em 1997, a rede está em constante crescimento com mais de 20 hospitais associados, dos quais pode se destacar o Copa Star no Rio de Janeiro, Santa Luzia em Brasília, além do controle dos Hospitais viValle e do Hospital da Criança no estado de São Paulo.

Sobre o Copa Star

O Copa Star é um hospital de luxo da rede D’OR São Luiz que traz um conceito único, que reúne atendimento especializado, recursos tecnológicos e um ambiente que pouco lembra um hospital convencional. Nada de cheiro de éter e sim, um aroma delicioso em um espaço com arquitetura moderna e obras de artes expostas.

Os leitos do Sopa Star são espaçosos, bem estruturados e a equipe bem capacitada e atenciosa. Tudo para que o tratamento e a recuperação sejam mais humanizados e eficientes. O hospital Copa Star ainda conta com um sistema de iluminação inteligente, que passa uma sensação de conforto e acolhimento. Nada de luzes artificiais ou fortes, trata – se de uma iluminação similar a natural.

Todo o hospital Copa Star foi pensado para levar ao paciente mais conforto, levando em consideração a tecnologia e o atendimento especializado. Foram mais de R$ 400 milhões investidos para trazer um serviço hospitalar de luxo, que atende aos padrões de qualidade mais rigorosos.

 

Brasil desperdiça o seu potencial turístico

 

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Pesquisa revela que o Brasil possui potencial turístico, mas acaba desperdiçando com problemas estruturais. Ele possui patrimônios naturais e biodiversidade em maior quantidade do planeta, mas por outro lado tem funcionamento precário em segurança, infraestrutura, trabalhadores especializados e outros problemas.

Esses resultados foram divulgados pelo Fórum Econômico Mundial, que numa lista de 136 países, o Brasil está em primeiro lugar em potencial de seus recursos naturais, mas perde para outros países, em quase todos os outros 13 itens da lista. Ele acaba caindo para 27° lugar.

Essa organização monitora desde 2007, os recursos e serviços para o turismo internacional.

Esse órgão também avaliou, que o Brasil apresenta recursos culturais bem fortes, patrimônios, eventos esportivos e entretenimento além de estrutura turística razoável, mas perde em outros itens.

O Brasil caiu em relação às pesquisas anteriores, nos itens de ambiente de negócios (129° lugar), que inclui eficiência legal e impostos; segurança (106°) e mão de obra (93°).

As posições de infraestrutura terrestre e portuária também não foram boas (112°), saúde e higiene (70°) e sustentabilidade (66°).

Apesar desses números, o Brasil melhorou, pois, seus dados anteriores eram de 59°lugar em 2007 e 28° lugar em 2015. Em relação aos países da América Latina, o Brasil ficou atrás apenas do México, que está em 22° lugar. Os países que ficaram nas primeiras posições foram Espanha, França e Alemanha. A Europa está com o melhor desempenho entre os continentes, pois entre os dez melhores colocados, seis estão localizados nela.

Com as olimpíadas no ano de 2016, o turismo brasileiro foi bem grande, apesar da epidemia de Zika ter prejudicado a visibilidade do país. O Brasil acabou recebendo 6,6 milhões de turistas estrangeiros, com um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. O governo brasileiro está empenhado em promover melhorias, para que em 2022 esse número chegue a 12 milhões.

O Ministério do Turismo lançou o plano “Brasil+Turismo”, para que haja um aumento de competitividade no setor. Esse plano tem como principal medida, a liberação de 100% do capital das empresas aéreas nacionais  ao capital estrangeiro , contra os atuais 20%. A medida provisória (MP) foi assinada pelo presidente Michel Temer. A MP vai entrar em vigor, mas tem que ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas partidos como PT, PDT e PSOL defendem que essa medida, poderia prejudicar a aviação regional. Mas é defendida pelo ministério como forma de capitalizar companhias nacionais e aquecer o setor.

O Brasil ainda aparece de acordo com o Fórum Econômico Mundial, em 40° no ranking em relação a infraestrutura aérea.

O ministério ainda incluiu medidas para a capacitação de pessoas e implantar o visto eletrônico, onde turistas de EUA, Canadá, Austrália e Japão teriam direito em 48 horas a um processo digital.

Foi realizada uma pesquisa recente, com cerca de 2 mil pessoas, feita pelo Ministério do Turismo, em que 86% acreditam que investimentos no setor iriam aumentar o número de empregos e turistas.

 

 

Dirigir drogado supera o número de mortes em acidentes de trânsito, diz relatório

Dirigir enquanto está sobre o efeito de drogas, foi associado com mais mortes em 2015 do que conduzir um automóvel sobre o efeito do álcool em seu sistema. Ainda assim, alguns especialistas em segurança advertem que a condução embriagada continua sendo um problema maior e dizem que a “condução drogada”, como o relatório se refere, precisa de mais pesquisas.

Os testes de drogas positivas foram mais comuns do que a presença de álcool entre os motoristas feridos fatalmente que foram examinados em 2015, de acordo com o relatório (PDF) “Drug-Driving Driving”, divulgado pela Governors Highway Safety Association e a Foundation for Advancing Alcohol Responsabilidade, uma organização sem fins lucrativos financiada por destiladores de álcool.

Dos que foram examinados, 43% dos motoristas que morreram tinham drogas em seu sistema, disse o relatório. Este número superou os 37% dos motoristas que morreram conduzindo automóvel sobre o efeito de álcool no mesmo ano.

“Os dados no relatório mostraram que, pela primeira vez, há mais motoristas mortos para os quais temos resultados de teste que são positivos para drogas, do que há que foram positivos para o álcool”, disse James Hedlund, um perito independente de segurança da Highway Safety North Em Ithaca, de Nova Iorque.

O novo relatório se baseia na pesquisa anterior conduzida por Hedlund que abordou questões comportamentais de segurança rodoviária, incluindo a droga como deficiência de condução. “Como os estados em todo o país continuam a lutar com a condução com deficiência de drogas, é fundamental que nós ajudemos a compreenderem a paisagem atual e fornecer exemplos de melhores práticas para que eles possam criar as contramedidas mais eficazes” para combater a questão da droga, disse o diretor executivo da associação de governadores, Jonathan Adkins.

Dirigir quando drogado é ilegal em todos os 50 estados americanos. No entanto, as leis e interpretações variam quanto à definição de deficiência de drogas. Testes práticos também podem variar entre os estados, e não existem leis uniformes para determinar a frequência de testes que é usado e que drogas são selecionadas.

Das mais de 400 drogas que a Administração Nacional de Trânsito Rodoviário segue, a maconha representou 35% dos testes positivos relatados, segundo a nova pesquisa. Embora as leis de uso variem, a maconha para fins médicos é legal em 29 estados e no Distrito de Columbia, e as leis permitem o uso recreativo em oito estados.

As anfetaminas representaram 9% das substâncias detectadas e mais da metade dos testes positivos no relatório, foram causados por “outras drogas”. Estes números revelam a vasta gama de substâncias conhecidas e desconhecidas que podem contribuir para poder especificar uma droga.

Atualmente, não há testes de campo de drogas comparáveis a uma triagem preliminar de álcool usando o bafômetro. Funcionários da lei são treinados para reconhecer sinais de deficiência de drogas e podem sim tomar a decisão de levar um motorista em custódia para mais testes.

“A deficiência de drogas é um tema complicado”, disse Hedlund. “As drogas podem afetar as pessoas de maneiras diferentes. Algumas coisas fazem você super animado, e algumas coisas fazem você lento.”

O relatório reconheceu que “muitos oficiais não são treinados para identificar os sinais e sintomas de motoristas prejudicados por drogas que não sejam álcool”. A Associação Internacional de Chefes de Polícia e a Administração Nacional de Segurança de Trânsito Rodoviário, oferecem cursos de treinamento especializado para ensinar os agentes da lei como reconhecer os sinais comportamentais de efeitos de drogas, mas os cursos não são necessários.

Muitas vezes, uma avaliação completa não pode ser feita durante uma parada na estrada. Os funcionários esperam que este relatório traga mais atenção à necessidade de mais formação e recursos para combater este problema. Para os motoristas, Hedlund disse: “é ilegal dirigir, enquanto está prejudicado pelas drogas, da mesma forma que é ilegal conduzir quando prejudicado pelo álcool. E você simplesmente não deveria fazê-lo.”

Saiba mais os ricos de conduzir um automóvel sobre o efeito de drogas

Pequenas partículas de contaminação podem chegar até o coração

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As nanopartículas de poluentes presentes diariamente nas cidades, podem viajar para o fornecimento de sangue e contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, de acordo com pesquisa patrocinada pela British Heart Foundation (BHF) e divulgado pela revista científica ACS Nano.

Nesse estudo, 14 pessoas saudáveis e 12 pacientes cirúrgicos inalaram de forma voluntária nanopartículas de ouro (até 1000 vezes menores que a espessura de um cabelo humano). Vestígios de metais, facilmente detectáveis, apareceram em menos de 24 horas na urina e no sangue dos voluntários e manteve-se até três meses após a exposição inicial.

“O que nós descobrimos nos permite sugerir que as partículas ultrafinas, provenientes da queima de combustível que se acumulam no ar das cidades, as nanopartículas podem seguir o mesmo caminho”, disse o professor Mark Miller, da Universidade de Edimburgo, diretor científico da investigação. “Uma vez que a nanopartícula atingir a corrente sanguínea, elas podem se acumular nas lesões vasculares e em pontos sensíveis”, disse Miller ao The Times.

“O ouro usado no experimento não foi ativado, mas as partículas no ar poluído são ativadas no corpo, e se elas atingem essas áreas sensíveis, as consequências pra saúde podem ser graves”. “As nanopartículas podem se acumular nos vasos sanguíneos e em certas partes do corpo”, disse David Newby, co-autor do estudo. “Até agora, a atenção centrou-se sobre os efeitos das partículas em suspensão, principalmente no sistema respiratório, onde os efeitos das nanopartículas sobre o sistema cardiovascular podem ser potencialmente mais perigoso”.

Dr. Jeremy Pearson, diretor da British Heart Foundation, disse que a pesquisa é “um passo mais perto de resolver o mistério de como a poluição prejudica a nossa saúde cardiovascular”. Ele estima que a poluição do ar é responsável por 40.000 mortes prematuras no Reino Unido, e 80% estão associados com doenças cardíacas.“Não há dúvida de que a poluição atmosférica é um grande assassino”, disse Pearson. “Mas são necessárias mais pesquisas para consolidar as evidências. Enquanto isso, o Governo deve implementar medidas ousadas para proteger a população”.

O estudo apoiado pela BHF tem causado controvérsia no Reino Unido e ganhou um anátema para cientistas como Peter Dobson, da Universidade de Oxford, que sustenta que a experiência é de “relevância mínima” para o mundo real e critica pesquisadores que usaram nanopartículas de ouro em seres humanos, alegando que eles não são inofensivas, mas potencialmente “tóxicas” em nível celular.

A pesquisa também vem em um momento de grande tensão política. Por decisão judicial, e depois de perder a ação movida pela organização ClientEarth, o governo britânico foi obrigado a apresentar no final de abril uma nova Lei do Ar Limpo. A convocação de eleições para 8 de Junho agora pode forçar um novo adiamento.

O Secretário do Meio Ambiente, Andrea Leadsom, cético da mudança climática até há alguns meses, baixou as expectativas da nova lei alegando que a contaminação não pode ser considerada como uma “emergência de saúde pública”. O prefeito de Londres, Sadiq Khan, que sofre de asma desde a infância pelo ar poluído do sul do Tâmisa, instou o Governo do Theresa May para “parar de arrastar seus pés e implementar um plano para resolver esta crise de saúde pública para sempre”.