O caso do estudante de psicologia que arquitetou seu próprio desaparecimento

Bruno Borges, o estudante de psicologia que desapareceu a um mês sem deixar rastros, continua desaparecido. Novas evidências de que foi tudo minuciosamente planejado para conseguir chamar a atenção para o seu trabalho, apareceram em gravações deixadas por Bruno. Em um dos áudios, Bruno diz que conseguia sair do próprio corpo.

“Eu saí do corpo. Fazia tempo que eu não saia do corpo de uma maneira tão real. A minha saída do corpo foi tão fácil que meu espírito se levantou sozinho e ficou de pé distante do corpo”, diz Bruno Borges, em um dos áudio encontrado após o seu desaparecimento e que estão sendo usados na investigação. A mensagem foi enviada a um amigo em janeiro, Bruno fala que teve uma experiência mística, uma projeção astral.

O estudante de psicologia de 24 anos, levou 24 dias para transformar o quarto em uma espécie de templo. Do dia 1 ao dia 25 de março, o estudante escreveu mensagens em todas as paredes do quarto, no teto e nos móveis que foram desmontados e colocados de forma simétrica. Ele também deixou 14 livros criptografados.

“Uma coisa que ele havia me falado era que tinha criado vários códigos diferentes com graus de dificuldades diferentes”,diz um dos amigos de Bruno, Thales Vasconcelos E. Silva. Bruno ensinou a Thales desde a infância, o significado dos símbolos usados no livro XIII.

“O título do livro é ‘O Ensaio Sobre As Perguntas Sem Respostas’. Ele cita três perguntas nesse livro: Quem sou eu? Qual o sentido da vida? Há um Deus?”, diz Thales. A família de Bruno Borges é conhecida na sociedade de Rio Branco/AC. Tem uma casa de shows e um restaurante em Rio Branco/AC.

Na infância ele arrumou um amigo imaginário: Tomate, uma almofada. “Como era uma almofada, as vezes eu sentava e apoiava sobre ela, ele ia lá e falava que eu estava amassando o Tomate”, diz Denise Borges, a mãe de Bruno. Preocupados, os pais de Bruno Borges levaram ele a um pediatra com especialização em doenças mentais e homeopatia. O médico disse em nota que por questões éticas, não comentaria o caso.

A família já sabia o diagnóstico dado por esse médico. “Na época o médico falou que ele era perfeitamente compreensivo, atencioso e com fortes inclinações para um desenvolvimento intelectual assíduo”, diz a mãe de Bruno. Bruno sempre foi estudioso. Em um vídeo da família ele aparece estudando e falando sobre o seu futuro.

“Como vocês podem ver, eu não faço outra coisa além de estudar para passar no vestibular”, diz Bruno no vídeo feito pela família. Antes de entrar em psicologia, Bruno começou um curso de piloto de helicóptero, mas não concluiu. Bruno adorava ler, chegava a ler cerca de 15 livros por mês segundo a família.

“Ele começou se aprofundar lendo histórias e biografias de grandes gênios da humanidade, para poder compreender como é que surge a genialidade de uma pessoa”, diz Thales. O autor preferido era Giordano Bruno, filósofo e astrônomo italiano do século XVI, que afirmava que os mundos eram infinitos e foi condenado pela inquisição a morrer queimado na fogueira.

O estudante Bruno, encomendou uma estátua do filósofo e a colocou no meio do quarto. A peça de 100 Kg não tem espaços ocos onde Bruno poderia ter deixado pistas de seu paradeiro. No chão em volta da estátua, existem símbolos do Reik.

“O Reik é uma técnica milenar que surgiu no Egito e ressurgiu no Japão. Ele serve para a harmonia, para o equilíbrio emocional e o equilíbrio espiritual”, diz a mestra de Reik, Ana Aparecida de Oliveira. Segundo a família, Bruno estudou Reik na adolescência e se tornou mestre, o nível mais avançado desta técnica. Por enquanto nada foi descoberto sobre o paradeiro de Bruno, mas as investigações irão prosseguir até que o paradeiro do estudante seja revelado.

Em evento do LIDE SC, Duda Melzer palestrou sobre como prosperar frente à crise

Um evento de reuniu a nata do empresariado catarinense

Apesar de estarmos passando por uma crise econômica que tem levado muitos à falência ou situações perto disso, alguns empresários preferem superá-la por meio de uma liderança consciente da situação e capaz de enfrentá-la.

E foi com esse espírito que ocorreu o Almoço-Debate do LIDE (Grupo de Líderes Empresariais), em 7 de agosto de 2015, no Hotel Majestic, situado no centro de Florianópolis.

Contando com as participações de convidados especiais, como do presidente do Conselho de Administração da Usiminas, Marcelo Gasparino da Silva; do presidente da FIESC, Glauco José Côrte; e do presidente da Multilog, Valério Gomes Neto; o evento foi então apresentado pelo presidente do LIDE SC, Wilfredo Gomes, e o hoje presidente e chairman do Grupo RBS, Duda Melzer.

Isso sem contar a presença do secretário estadual de Planejamento, Murilo Xavier Flores, e do senador Paulo Bauer, além, é claro, dos membros do comitê de gestão do LIDE Santa Catarina e outros nomes do setor empresarial catarinense.

E após a abertura do debate por Wilfredo Gomes, constatando o quão factual é a existência de uma crise no país, todavia ressaltando ser importante que eles sigam em frente, pois “os negócios continuam”, ele encerra o discurso em tom de otimismo. Antes de chamar Duda Melzer ao microfone, o empresário deixou claro o interesse de que todos eles conseguissem passar a tormenta e seguir com crescimento e prosperidade.

A visão de liderança que tem Duda Melzer para enfrentar a crise

Assim que terminou de falar sobre o prazer de estar na capital catarinense e de dizer-se orgulhoso em poder contribuir com o desenvolvimento desse Estado, Duda Melzer, constatando também o cenário do nosso país, destacou qual é a postura mais estratégica a ser adotada pelas empresas frente à recessão econômica.

Segundo o presidente e chairman do Grupo RBS, na época, fazia-se imprescindível encarar a crise, não virar as costas para ela, ignorá-la, pois afirmava que “ela existe, é um fato”. Ressaltando ainda a necessidade de pensar nela não só no imediatismo, mas também a longo prazo, por ser a sua duração de tempo indefinido, podendo durar ainda muito tempo. Tão correto estava que realmente ainda persiste, quase dois anos depois.

Também lembrou a importância de que, numa realidade tal, os empresários procurassem não só dialogar, como também realizassem trocas entre eles. E com isso, acrescentou que caberia a cada um dos presentes decidirem de que forma iriam encarar um cenário do tipo, que definiu como de “extrema complexidade”. Afinal, ao assumirem-se como lideranças de seus respectivos negócios, também caberia a cada um deles aceitar essa responsabilidade de conseguir enxergar além da recessão, de formar a trazer maior maturidade e equilíbrio na condução desse momento de crise.

Por fim, Duda Melzer lembrou dos pilares guias do Grupo RBS, que afirmou ainda serem fundamentais para o tamanho sucesso e equilíbrio que vêm tendo mesmo nesses períodos mais difíceis. Segundo ele, são quatro pilares, ao todo, sendo assim imprescindíveis para a prosperidade de qualquer instituição: pessoas certas, foco, disciplina e comunicação.

 

Taiwan diz não para o consumo de carnes de cachorro e de gato

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As carnes de cachorro e de gato quase não são mais consumidas em Taiwan, o mais comum de se ver atualmente são esses animais vivendo ao lado de famílias como animais de estimação. No entanto, o parlamento do país decretou total proibição no consumo desses animais. Os poucos moradores que consumiram as carnes agora poderão ser presos pela morte desses animais.

O consumo dessas carnes foram diminuindo gradualmente, e é possível perceber essa mudança com o aumento de lojas especializadas no cuidado dos cães e gatos do país. O estudante Bai Rui-shi, que é apaixonado por seu gato, comentou:  “Nunca pensei que houvesse gente disposta a comer nossos animais domésticos”  .

Em Taipé, uma cidade de Taiwan, os moradores afirmam que nenhum estabelecimento da cidade vende carne de cachorro. Com relação a carne de gato, eles afirmam que não ouviram relatos sobre o consumo já faz muito tempo, mas atualmente é ainda mais difícil de acontecer. A moradora de Taipé, Noa Liu, revelou em entrevista:  “Meu avô caçava cachorro e gostava de comer essa carne, mas de gatos nunca ouvi, e me parece que o costume de comer cão é mais do sul”  .

Alguns estrangeiros que moram atualmente em Taiwan, revelaram que o costume era comum até a década de 80, com bastante ênfase no frio da região, pois os chineses acreditavam que a carne desses animais contribuam para aquecer o corpo. Um espanhol que mora na ilha há 50 anos revelou:  “Talvez em Taipé esses locais não sejam tão evidentes, mas em povoados e cidades menores é muito possível que ainda existam, pelo menos nos becos, porque tem uma base popular” .

Mesmo que em algumas regiões de Taiwan os moradores ainda consumiram as carnes, agora não poderão mais. Taiwan passou a ser o primeiro país asiático a dizer não para essa crueldade. A venda e o sacrifício desses animais estão totalmente proibidos no país, a emenda legal sobre a proibição foi aprovada pelo Legislativo local.

A proibição vale para a venda e o consumo de carnes de cachorro e gato, assim como qualquer outro produto que seja derivado desses animais. Se a emenda for descumprida, o infrator terá que pagar uma multa que poderá ser de 50 até 250 mil dólares taiwaneses. Além disso, as autoridades do país poderão publicar a foto do infrator e divulgar expressamente para que as pessoas vejam o exemplo da lei sendo aplicada.

Os órgãos de proteção em todo o mundo esperam que outros países cheguem a mesma conclusão que Taiwan. Não há necessidade em matar os pobres animais para o consumo humano, hoje em dia existem muitas áreas férteis para o plantio.

Veja o impacto causado pelo consumo da carne no mundo.