Alimentos infantis de seis empresas foram proibidos pela Anvisa

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A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, proibiu no dia 19 de junho a venda e fabricação de alimentos infantis irregulares de seis empresas diferentes. A ausência de registros sanitários das seis empresas foi o fator determinante para que a agência proibisse qualquer tipo de comercialização, fabricação ou divulgação dos lotes dos produtos avaliados.

Os alimentos industrializados que foram proibidos pela agência, correspondem a alguns alimentos de uso direto como as “comidinhas” e outros de uso no preparo dos alimentos infantis (pratos pré-preparados). Ou seja, são alimentos de transição para os bebês que estão na faixa etária entre 6 a 12 meses (complemento na alimentação para lactantes) e crianças com 1 a 3 anos (adaptação para a alimentação).

Segundo a Anvisa, todos esses alimentos precisão passar por uma regulamentação adequada para a fabricação, venda e divulgação. Assim como um registro formalizado emitido pela vigilância sanitária caracterizando os produtos, e seus lotes, como aptos para a comercialização. O registro sanitário é expressamente obrigatório para esses produtos, por se tratarem de alimentos infantis.

As seis empresas que tiveram a proibição de comercialização, não apresentavam nenhum registro sanitário, mesmo ele sendo obrigatório. As marcas e seus produtos respectivos proibidos pela Anvisa, foram:

– Pratinho Cheio (Cremes, Purês e Pratos prontos – fases 1, 2, 3, e júnior);

– Gourmetzinho (Papinhas para mais de 6 meses e para mais de 9 meses);

– Da Hortinha (Papinhas e Comidinhas);

– Prapapa (Sopas sem pedaços a partir do 6º mês, Sopas com pedaços a partir do 9º mês e Comidinhas a partir de 1 ano);

– Semente do Bem (Sopinhas, Comidinhas, Lanchinhos);

– Papitta (Papitta a partir de 6 meses, a partir de 8 meses e Sobremesas a partir de 6 meses).

As seis empresas listadas pela Anvisa sem o registro sanitário foram obrigadas a retirar os lotes dos produtos que não passaram pela inspeção da vigilância sanitária. A maior queixa das empresas é de que o processo de regulamentação está em aberto, porém, a Anvisa é quem não cumpriu com a data estipulada para aprovar o registro sanitário. Além disso, algumas delas se manifestaram dizendo que as pendências seriam sobre o registro de receitas, e não sobre o registro sanitário.

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