Amostra de DNA encontrada na Antártida indica vida em lugar impensável

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Existem algumas plantas e animais vivem em cavernas subterrâneas e são aquecidas por vulcões junto de uma densa camada de gelo que cobre todo o continente antártico.

Uma equipe internacional de cientistas sugeriu a investigação de um sistema intenso de grutas subterrâneas ao redor do Mundo e o Erebus, é o vulcão mais ativo da Ilha de Ross na Antártida.

Foram recolhidas amostras de solo nas cavernas que mostraram traços de algas, musgos e animais pequenos. De acordo com a coautora do estudo e pesquisadora da Universidade Nacional da Austrália (ANU), em Canberra, Ceridwen Fraser, as amostras em sua maioria são parecidas com animais e plantas de outros locais da Antártida. Porém algumas sequências não puderam ser identificadas e uma investigação posterior, que poderia revelar espécies desconhecidas. “Dentro das cavernas a temperatura pode chegar a 25° C, e uma simples camistea pode te fazer sentir desconforto”, explica a pesquisadora. “Proximo da entrada há luz. Em algumas cavernas, a luz é filtrada por uma fina camada de gelo”, completa.

As amostras são evidências de que pode haver plantas e animais vivos dentro da caverna de acordo com Fraser.“Mas nós não os vimos e, então não temos certeza, tudo indica que pode existir comunidades inteiras de plantas e animais que desconhecemos, vivendo no gelo”, disse.

Pesquisas anteriores descobriram que diversas bactérias e fungos viveram nas cavernas da Atlântida, segundo o pesquisador e coautor Craig Cary, da Universidade de Waikato na Nova Zelândia.“As novas descobertas mostram que também pode haver plantas e animais mais complexos”.

Agora eles pretendem confirmar se eles estão ou não nas cavernas.“Os próximos passos serão verificar cada detalhe das cavernas na busca por organismos vivos, se eles existirem, abre-se a porta para um mundo novo e emocionante”, relatou a também coautora do estudo Laurie Connell, da Universidade de Maine.

A Antártida possui dezenas de vulcões e muitas encontram cobertos de gelo que cobre o continente, o que significa que sistemas de cavernas subglaciais são mais comuns do que se podem imaginar.

Ricardo Tosto noticia sobre aplicação de MP 783, IN 40 e IN 1.634

De acordo com informações fornecidas pelo advogado Ricardo Tosto, sócio fundador do renomado escritório de advocacia Leite, Tosto e Barros, no primeiro semestre de 2017, foi divulgado em nota oficial a Medida Provisória MP nº783/2017, que se refere a assuntos de natureza tributária.

A MP, publicada no Diário Oficial da União por meio de edição extra, no dia 31 de maio de 2017, foi criada para instaurar o Programa Especial de Regularização Tributária – PERT junto aos órgãos da administração pública federal Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN e Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB.

Antes da MP nº783/2017 adotada com força de lei pela Presidência da República, parcelamento semelhante havia sido estabelecido através da MP nº766/2017, regulamentada pela IN RFB nº 1.687. Conforme esclarecimentos de Ricardo Tosto, o fato desta segunda Medida não ter se transformado em lei até o dia 31 de maio fez com que a mesma viesse a perder a efetividade.

Como o nome já diz, o PERT é um programa que visa permitir a regularização de débitos englobando os de origem tributária e não tributária com vencimentos ocorridos até 30 de abril de 2017, incluindo também parcelamentos praticados após a efetivação desta MP. O PERT pode ser requerido por pessoa física, jurídica, de direto privado ou público, e para as que estão em recuperação judicial. Segundo o advogado, dia 31 de agosto foi o prazo limite para aqueles que tinham interesse em aderir ao Programa.

Seguindo a descrição do artigo 2º que trata sobre as condições de pagamento, Ricardo Tosto informou que os contribuintes participantes do PERT tiveram que optar entre uma das três modalidades de pagamento disponíveis para poder liquidar os débitos existentes.

Além desta Medida Provisória, Ricardo Tosto noticiou mais duas publicações oficiais no Diário Oficial da União realizadas pelo Governo Federal, que ocorreram, ainda, no início do mês de maio de 2017.

Uma delas foi a consolidação da Normativa DREI nº40 (IN 40), de 28 de abril de 2017, que veio para alterar tópicos das Instruções Normativas nº15 (IN 15), de 5 de dezembro de 2013, e a nº34 (IN 34), de 2 de março de 2017. As alterações destacadas se referem às empresas com participação de estrangeiros e a formação do nome empresarial. Juntamente com as modificações nas normativas anteriores, a de nº40 também deixou outras providências a serem aplicadas à área de atuação a que se destina o documento em questão.

A segunda notificação reportada por Ricardo Tosto foi sobre a atualização de normas relacionadas ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ. Através da Normativa nº1.634 (IN 1634/2017), de 6 de maio de 2016, publicada pela Receita Federal do Brasil, além das renovações de antigos tópicos, também foram acrescentadas novas regras para a permitir futuras inscrições no cadastro. Para o sócio fundador da Leite, Tosto e Barros, o objetivo das reformulações aplicadas na normativa é incentivar o combate a corrupção, fazendo o possível para dificultar a execução de crimes como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

 

A China já injetou quase R$60 bilhões no Brasil

 

Nos últimos 3 anos, o Brasil vem recebendo um grande volume de dinheiro originado da China. Ao comparar todos os compradores de países estrangeiros que adquiriram ou absorveram alguma empresa brasileira, 30% dessas operações são efetuadas por companhias chinesas. Nesses 3 anos, os chineses injetaram cerca de R$ 60 bilhões no Brasil. Eles ultrapassaram os norte-americanos que eram tradicionalmente os lideres gringos nesse tipo de negócio.

Em 2016, empresários da china gastaram quase R$25 bilhões comprando ativos no Brasil, aproximadamente o dobro se comparado com os quase R$13,5 bilhões aplicados pelos norte-americanos no mesmo ano. Nos primeiros 6 meses de 2017, isso ocorreu novamente. Quase R$18 bilhões dos chineses contra R$12,3 bilhões dos norte-americanos.

Na opinião dos bancários, essa tendência chinesa deve continuar ao longo de 2017, podendo ser superior ao ano anterior. Eles disseram ainda, que nada indica uma retração desses investimentos no Brasil, e que provavelmente eles vão continuar com relevantes investimentos pelo menos ate o final do ano que vem.

A maior parte dos negócios concretizados pelos chineses está no setor de energia, de modo que apenas 3% das suas transações estão em outros segmentos. No entanto, indícios mostram que isso irá mudar. Existe uma tendência de investimentos em infraestrutura. Um setor que desde 2011 sofre retração. Foi anunciado recentemente que empresários da China adquiriram quase a totalidade do Terminal de Contêineres de Paranaguá, divulgada pelo valor de quase R$3 bilhões.

“Vemos os investimentos chineses acontecendo em ondas. Primeiro, eles entraram em recursos naturais, depois energia e agora infraestrutura, principalmente portos e aeroportos”, Explicou o diretor de banco de investimentos do Itaú BBA, Roderick Greenlees, que ainda ressaltou que eles ofereceram esse ano mais consultoria para executivos chineses que em 2016.

Apesar de toda essa expectativa, o governo da China criou novas regras e diretrizes para desestimular a saída do capital para o exterior. No entanto, essa divulgação não deve alterar o movimento desses recursos para o Brasil, ao menos os setores de infraestrutura e energia ainda absorverão investimento chinês.

Isso porque as áreas que o governo da China visa desestimular são outras. Em agosto de 2017 o governo desse país especificou que criara medidas para dificultar investimentos na área de imobiliária, hoteleira, cinematográfica, de entretenimento e em equipes esportivas.

Filme “Mãe!” foi criado em cinco dias com sentimentos de fúria e raiva

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O diretor norte-americano, Darren Aronofsky, criador do filme “Mãe!’, revelou que o roteiro do filme foi escrito em apenas cinco dias. O anuncio ocorreu antes da estreia mundial do filme que irá relatar a destruição feita pela humanidade no planeta Terra.

Muito conhecido por ter criado o filme “O Lutador” e o “Cisne Negro”, Aronofsky também revelou no Festival de Cinema de Veneza, que geralmente, seus filmes precisam de anos para serem criados, mas que o atual lançamento foi totalmente diferente.

O diretor disse que se inspirou em tudo que via a seu redor para criar o filme, inclusive o fato dos Estados Unidos não participar do acordo climático de Pais, do grande iceberg que se desprendeu recentemente no Ártico e das milhões de pessoas que passam fome todos os dias enquanto muitas convivem diariamente com o desperdício de comida.

“Eu só tinha muita fúria e raiva e eu queria canalizá-las para uma emoção, um sentimento. E em cinco dias eu escrevi a primeira versão do roteiro. Ele foi basicamente derramado de mim”, disse o diretor.

O resultado de toda essa revolta e fúria do criador é uma metáfora apocalíptica riquíssima em preceitos religiosos, destruição ambiental e conceitos políticos.

O personagem principal do filme é interpretado pela atriz Jennifer Lawrence, que vive a pele de mãe, uma mulher jovem casada com um homem poeta, que é interpretado pelo ator Javier Bardem. Eles vivem isolados em uma casa de campo, enquanto ele vive um momento de superação de uma crise de bloqueio criativo, a jovem esposa passa o seu tempo restaurando a casa que era da família de seu marido.

Toda essa paz e tranquilidade do início do filme começa a sumir com a chegada de alguns visitantes totalmente inesperados.

A atriz que é mundialmente conhecida por seus papéis fortes onde expressa o conceito de liderança feminina, dessa vez é desafiada a se entregar ao papel de uma mulher que vive em função do marido. Jennifer disse sobre o papel: “Foi uma personagem completamente diferente de qualquer coisa que já fiz antes, mas foi também um lado completamente diferente de mim mesma que eu não estava em contato, ainda não conhecia realmente”.

Cientista brasileira desenvolve caneta que é capaz de identificar um câncer

Uma química brasileira criou uma ferramenta que pode ser capaz de revolucionar a forma como o câncer é diagnosticado. O objeto é uma caneta que é capaz de diferenciar os tecidos afetados pelo câncer do tecido saudável. Ela é capaz de localizar o tecido 150 vezes mais rápido que os métodos atualmente utilizados. Em apenas 10 segundos a caneta pode informar a situação do tecido. A inovação foi testada em mais de 200 amostras extraídas de pessoas e animais vivos obtendo quase 100% de precisão.

A Livia S. Esberlin, está à frente desse projeto que será divulgado na revista Science Translational Medicine. De acordo com ela, em 2018, a caneta será testada em humanos durante a cirurgia de retirada de um tumor, da mesma forma que foi feito com ratos. Essa inovação irá auxiliar os médicos a descobrirem as áreas de recessão, e ainda diminuir muito o tempo que leva para obter resultados de uma biopsia.

Livia é natural de Campinas, São Paulo, se formou na Unicamp e mora na América do norte há a mais de 10 anos, onde teve a oportunidade de fazer o seu pós-doutorado. Ela exerceu função de pesquisadora numa Universidade do Texas em Austin. Livia explicou que desde o início da sua pós-graduação ela sempre sonhou em criar um trabalho com uma aplicação inovadora importante na medicina. A química trabalha diretamente com aparelhos que identificam as propriedades das moléculas e com isso consegue entender seus atributos. Ela conseguiu desenvolver uma forma de identificar as partes afetadas pelo câncer no momento que o cirurgião faz a remoção. Um dos maiores problemas numa cirurgia de retirada de um tumor são exatamente os casos que a doença se espalha de forma difusa, dificultando para o médico diferençar tecidos bons dos infectados.

A Livia conta com diversos profissionais de diversas áreas, incluindo engenheiros, a química criou um equipamento automático que para funcionar necessita de uma pequena gota de agua, trabalhando junto com um espectrômetro de massa e um programa de computador capacitado para identificar o câncer. No momento, o método consegue identificar canceres malignos de seios, pulmão, tireoide e ovário, e ainda seus subgêneros, que é importante para o diagnostico.

Uma pesquisa revela que o sabor do uísque fica melhor quando misturado com água

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Nem todas as pessoas têm as mesmas preferências, cada um possui um gosto diferente do outro. No caso do uísque alguns bebem puro, outros preferem misturar um pouco de água, e há também determinadas pessoas que gostam de acrescentar algumas pedras de gelo. A melhor maneira para apreciar um bom  uísque,  vai depender do gosto individual de cada um.

Segundo um estudo científico feito recentemente, o uísque acaba tendo o seu sabor realçado, contraditoriamente, quando ele é misturado com água.

Pesquisadores da Universidade de Linnaeus, na Suécia, os químicos Bjorn Karlsson e Ran Friedman, chegaram a essa conclusão depois de idealizarem um modelo no computador, que possibilitou estudar as ações entre o composto orgânico guaiacol, que vem dos barris de carvalho onde o uísque é colocado para o seu envelhecimento, e que concede à bebida o seu gosto exclusivo, a água e o álcool.

Eles concluíram que se o licor ficar com um teor de álcool igual ou com mais de 40%, o guaiacol deixa as suas moléculas no líquido.

Mas se esse teor de álcool cair para 25%, as moléculas do

guaiacol vão para a superfície do líquido, juntamente com o aroma e o sabor do uísque.

Misturar de 45% para 27% o álcool no uísque, o estudo concluiu que aumenta a quantidade de guaiacol na superfície, chegando em mais de um terço.

A pergunta que se faz é por que os produtores de uísque, não engarrafam a bebida com a mistura ideal de álcool? Mas na opinião dos químicos, isso acontece porque os produtores desejam evitar que os elementos que são misturados e que dão sabor ao uísque, possam correr o risco de escapar pela extremidade da garrafa, e sejam eliminados quando esta for aberta.

Sem contar que fazer a mistura com a água é bem fácil, e cada pessoa acaba adicionando a quantidade que gosta mais.

Determinadas pessoas gostam mais de colocar gelo, para que o uísque fique mais suave. Essa é a explicação de que não existe uma resposta genética, sobre a quantidade necessária para adicionar no uísque para que ele fique melhor, observou Karlsson.

Esses pesquisadores admitem que não estão muito acostumados a tomar essa bebida, e que vão fazer estudos para descobrir como outras drogas, que tem uma mistura de moléculas parecidas, como no caso de remédios para tosse, agem dentro do organismo humano.

 

Cinco castelos americanos que valem a pena serem visitados

Visitar castelos é uma das atrações que achamos que não existem nos Estados Unidos, sem contar no castelo da Cinderela, que fica na Disney. Pensamos que castelos são exclusividades europeias, mas temos que mudar esse nosso pensamento, já que os EUA possuem vários deles espalhados pelo seu grande território. Os castelos americanos não foram construídos há tantos anos quanto os europeus, mas mesmo assim eles valem a pena serem visitados, e cinco desses lindos castelos são:

Biltmore Estate (Asheville, Carolina do Norte) – Ele foi construído em 1895, e é a maior propriedade particular americana. Primeiramente, ele foi construído para ser a casa de veraneio de George Washington Vanderbilt, mas em 1930, ele foi aberto para visitação. Atualmente ele é um museu, e recebe mais de um milhão de pessoas por ano.

Hearst Castle (San Simeon, Califórnia) – Construído pelo milionário William Randolph Hearst no alto de uma colina, entre os anos de 1919 e 1947, ele possui uma piscina interna, 165 quartos e ocupa uma área de cerca de 127 hectares. Atualmente ele funciona como um museu e a sua casa de hóspedes, tem uma vista maravilhosa do Oceano Pacífico.

Boldt Castle (Alexandria Bay, Nova York) – Construído pelo milionário George C. Bolt para ser a casa de veraneio de sua esposa, este lindo castelo possui 120 quartos e fica em uma pequena ilha em Thousand Islands, no estado de Nova York. Depois da morte dela, o castelo ficou abandonado por setenta anos, e o governo comprou ele e o transformou em um local de eventos e em uma atração turística.

Castello di Amorosa (Calistoga, Califórnia) – Este castelo fica na linda região do vale de Napa, e é também  uma vinícola.  Apesar da sua construção parecer antiga, ele começou a ser construído perto dos anos 2000, e foi inaugurado em 2007. Ele possui 107 quartos e praticamente todos, são destinados à fabricação de vinhos.

Lyndhurst Mansion (Tarrytown, Nova York) – Esse castelo em estilo gótico foi construído em 1838, e já foi a residência de três famílias tradicionais dos EUA. Em 1961, este castelo deixou de ser propriedade particular e o fundo de preservação nacional americana, passou a tomar conta dele. Atualmente podem ser feitas visitas, incluindo à sua galeria de arte.

 

Sentir o olhar de outra pessoa é um reflexo instintivo, segundo estudos

Digamos que você está absorvido em uma tarefa, mexendo no celular ou lendo um livro. De repente, uma sensação assustadora e desconcertante é percebida, o olhar de alguém. A primeira reação é olhar de volta para descobrir quem é. Seja um amigo ou inimigo, essa sensação parece ser um tipo misterioso de 6º sentido.

Embora seja misteriosa, essa sensação faz parte do ser humano, sendo uma adaptação que manteve nossos ancestrais vivos. Então, como é que podemos fazer isso? Na verdade, é uma característica importante de nossa visão, nosso cérebro e certos aspectos sociais de nossa espécie.

O fenômeno biológico é conhecido como “detecção de olhar” ou “percepção do olhar”. Estudos neurológicos recentes descobriram que as células cerebrais que iniciam essa resposta são muito precisas. Se alguém olhar para você e girar a cabeça apenas alguns graus para a esquerda ou para a direita, esse sentimento estranho rapidamente desaparece. Os cientistas sugerem que uma rede neural complexa está por trás da detecção do olhar.

Até agora, a rede neural responsável em humanos permanece não identificada. Um estudo com macacos, no entanto, descobriu os circuitos neurológicos responsáveis pela detecção do olhar, e até mesmo as células específicas envolvidas.

Nós sabemos que dez regiões cerebrais distintas estão envolvidas com a visão humana, e pode haver mais. O córtex visual é o principal contribuinte. Esta é uma grande área na parte de trás do cérebro, que suporta muitos aspectos importantes da visão. Mas outras áreas, como a amígdala, que registra ameaças, também devem estar envolvidas com a detecção do olhar de alguma forma.

Os seres humanos são sensíveis ao olhar dos outros. Quando outra pessoa muda a direção de sua atenção, seguimos automaticamente o seu olhar. É mais do que ser apenas predadores, que como um grupo são naturalmente sensíveis e atraídos para mudanças no ambiente. Também tem a ver com a natureza cooperativa e social dos seres humanos e como nós dependemos uns dos outros ao longo de nossa história e desenvolvimento.

Outro motivo, se você olhar os olhos humanos em contraste com outros animais, a esclerótica ou a parte branca que envolve a pupila é muito maior. Na maioria das outras espécies, a pupila ocupa a maior parte dos olhos. Isto é para obscurecer os olhos dos predadores. Mas, para os humanos, uma esclerótica maior nos permite notar a direção do olhar um do outro rapidamente.

 

Dupla formada em 2016 – Michel Terpins e Maykel Justo – conquista o primeiro lugar na categoria Protótipos T1 do Rally dos Sertões deste ano

Formada ano passado, a dupla da Bull Sertões Rally Team – a #322, de Michel Terpins e Maykel Justo, que pilota a T-Rex no Rally dos Sertões, maior prova off-road do país – tem muito a comemorar este ano. Nessa que é a 25ª edição do evento, os dois paulistas chegaram em primeiro lugar na categoria que disputam – a Protótipos T1, principal dos carros brasileiros – e ainda conquistaram o quarto lugar na geral da categoria carros.  Foi o primeiro título de Michel Terpins na competição e o segundo de Maykel Justo na categoria.

Sobre a conquista, o piloro destacou – “Conquistar este título foi muito bacana. Estava brigando por ele há quatro anos, quando comecei a pilotar o T-Rex, mas sempre acontecia algo durante o Sertões. Desta vez, já no terceiro dia a gente estava com vantagem e depois eu tive mais quatro etapas para administrar com tranquilidade e foi o que fiz. Usamos de estratégias, inclusive nos abastecimentos, mesmo sem precisar a gente parava por precaução”. Michel Terpins é o irmão mais novo do também piloto de rally Rodrigo Terpins. Esta foi sua 10ª participação no Rally dos Sertões – a estreia foi na categoria motos, em 2002, depois Terpins fez navegação para Rodrigo, nos carros e, nos últimos quatro anos, pilota o T-Rex.

Já o navegador Maykel Justo salientou – “Este foi um rali difícil. As duas primeiras etapas foram bem exigentes e duras e muitos competidores ficaram pelo caminho. Mas nosso carro foi valente e mostrou seu potencial, o desempenho foi muito bom”. Justo fez desta a sua 11ª participação na competição.

A 25ª edição do Rally dos Sertões teve a participação de 280 pilotos e navegadores de todas as regiões do país e também do exterior, em 161 veículos, nas categorias carros – cross country e regularidade – UTVs, quadriciclos e motos. Foram quatro cidades-sede em Goiás (GO) – Goiânia, Goianésia, Santa Therezinha de Goiás e Aruanã; uma no Mato Grosso (MT), o município do Barra do Garças; e mais três no Mato Grosso do Sul (MS), Coxim, Aquidauana e Bonito.

A largada da primeira entre as sete etapas foi na capital Goiânia (GO), no dia 20 de agosto. Entre os desafios estavam lombas, erosões, areião, travessias de rio e muita poeira. Foram 3.300 quilômetros percorridos – sendo 1999,52 de Especiais. A competição foi finalizada no dia 26 de agosto, no município de Bonito (MS).

Resultado final

Categoria ProtótiposT1 do Rally dos Sertões 2017

1° – #322 Michel Terpins/ Maykel Justo, 24h18min15

2º – #314 Mauro Guedes / Neurivan Calado, 26h55min49

3º – #307 Paulo Pichini / Paulo Simões, 28h14min43

4° – #348 Gunter Hinkelmann/ Vinicius Castro, 30h28min48

5°- #327 Jorge Junior/ Joel Kravtchenko 31h27min56

Carros/Geral do Rally dos Sertões 2017

1º Cristian Baumgart/Beco Andreotti 21h38min26

2º Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin 21h45min23

3º Alvarez Fernando/Juan Monasterolo 23h38min14

4º Michel Terpins/Maykel Justo 24h18min15 (1º Protótipos T1)

5º Guiga Spinelli/Youssef Haddad 24h38min57

Tábua da Babilônia tem mistério desvendado por cientistas

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Estudos de quase 100 anos revelaram que as escritas em placa de argila babilônica com mais de 3 mil anos compõe a tábua trigonométrica mais antiga já conhecida. A tábua é composta de cálculos avançados que eram usados possivelmente na construção dos templos e palácios.

A tábua foi cunhada aproximadamente mil anos antes de Pitágoras ser conhecido pelo teorema da trigonometria que tem a teoria que o quadrado da hipotenusa é igual a soma do quadrado dos catetos. A tábua traz uma série de fórmulas além da fórmula de Pitágoras e os cientistas afirma que são mais precisas que as usadas atualmente.

O pai da trigonometria, o astrônomo grego Hiparco, que viveu no século II a.C. e ficou conhecido como pai da trigonometria, que é a área da matemática que estuda o comprimento dos lados, os ângulos dos triângulos e duas relações, mostra que antes dele a placa de 13 centímetros de largura e 9 de altura com o nome de Plimpton 322 contém tabelas trigonométricas sofisticadas desenvolvidas por babilônios. “A tábua abre novas possibilidades não apenas para a pesquisa da matemática moderna, mas também para a educação. Ela traz uma trigonometria mais simples e precisa que têm claras vantagens sobre a nossa. O mundo da matemática está começando a perceber o fato de que essa cultura antiga, mas muito sofisticada, tem muito a nos ensinar”, afirma Norman Wildberger, o matemático e professor da Universidade de New South Wales, na Austrália, e autor do estudo que foi publicado no Historia Mathematica.

A Plimpton 322 foi encontrada no início do século XX no Sul do Iraque pelo americano Edgar Banks, arqueólogo e negociados de antiguidades. Ela é composta de quatro colunas e quinze linhas gravadas em números cuneiformes que os babilônios usavam o sistema sexagenal e não o decimal como usamos atualmente e trazia com ela o teorema de Pitágoras. Os pesquisadores não sabiam qual foi o uso da tábua e alguns achavam que era um tipo de gabarito usados por professores para ensinar matemática. “O grande mistério, até hoje, era o propósito das inscrições, por que aqueles escribas executavam a complexa tarefa de gerar e classificar os números na tábua?”, explica o também autor do estudo Daniel Mansfield.

Os babilônios fizeram uma abordagem da geometria e da aritmética de uma forma muito original que suas fórmulas poderiam ser usadas nos dias atuais na computação dizem os pesquisadores.