Notícias falsas são combatidas com contratação de sites pelo Facebook

Depois das polêmicas com a propagação de notícias falsas o Facebook começou a investir em informação verídica. O anúncio da decisão refletiu na contratação de 10 veículos de notícias, entre eles estão “The Washington Post” e o “The Economist”. Esses sites permitirão um acesso limitado a um número de artigos por mês e posteriormente a opção de assinatura através dos sites de notícias.

Essa novidade foi impulsionada para restaurar a credibilidade do Facebook. A empresa tem interesse em manter o seu alto número de usuários informados com notícias verdadeiras e de qualidade, o que ajuda a renovar a percepção de notícias da rede social, antes prejudicada pela propagação de notícias falsas.

Outra solução que vem sendo buscada é a grande quantidade de informação divulgada nas redes sociais que é visualizada por bilhões de usuários que não se tornam assinantes. A nova medida do Facebook visa a otimizar o impacto que a grande divulgação de notícias possuem, atraindo clientes para os veículos de comunicação.

Ainda que os sites tenham acesso aos dados de seus assinantes por meio da rede social, existe um interesse nos dados de quem lê os artigos de maneira gratuita, nesse ponto existem divergências entre algumas empresas e o Facebook.

Inicialmente serão realizados testes com os seguintes veículos “Boston Globe”, o alemão “Bill” e o francês “Le Parisien”. Serão 10 artigos disponibilizados gratuitamente de acordo com os critérios do site, a partir de então os leitores serão incentivados a fazer uma assinatura para continuarem com o acesso à leitura.

Em comunicado o Facebook disse que não receberá nenhuma parte das assinaturas vendidas. No entanto, diversos sites de evidência optaram por não participar do projeto por serem contrários de que a rede social impeça o acesso aos dados dos leitores enquanto não assinam o site.

A decisão do Facebook em trazer informações e notícias de credibilidade gera uma expectativa positiva para os seus usuários. A melhor maneira de reverter as diversas notícias sem fundamentos propagadas pela rede social é atrair os principais sites a divulgarem o seu conteúdo. Os resultados dessa nova estratégia poderão ser vistos com o passar do tempo.

 

Os segredos guardados por séculos da Cidade Proibida na China, agora podem ser visitados pelo público

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Na construção do conjunto de edifícios da Cidade Proibida, na China, entre os anos de 1406 e 1420, na Dinastia Ming, foram necessários em torno de 500 mil operários. Todos os materiais usados nas obras, vieram de todas as partes do território chinês, sendo que as vigas feitas de árvores que eram necessárias para a construção, levaram cerca de quatro anos para chegarem até a cidade de Pequim. Foram empregados cerca de cem milhões de tijolos e duzentos milhões de ladrilhos nas construções. Depois de quase quinze anos de muito trabalho, ficou pronto o grande complexo da Cidade Proibida, que acabaria sendo decisiva para os séculos seguintes. Todo o trabalho árduo para construir o palácio que iria abrigar o imperador e a sua família, valeu a pena. Com quase seiscentos anos de história, as belas estátuas, pontes, jardins e construções, estão preservadas e são muito bem cuidadas até hoje, em uma área de 700 mil metros quadrados.

Durante todo esse período até o seu último imperador em 1912, foram 24 imperadores chineses. Todo o complexo da Cidade Proibida conta com quase mil construções, onde residiram eunucos, concubinas e serviçais, que serviram durante todo esse tempo à família imperial. O  muro que cerca e protege toda a cidade  possui 3,4 quilômetros e dez metros de altura, e a segurança de todo o complexo era intensa, justificando o nome da cidade e promovendo a separação entre os nobres e os plebeus.

Localizada no centro de Pequim, a Cidade Proibida atualmente pode ser visitada pelo público. A sua entrada principal está localizada na Praça da Paz Celestial. Alguns prédios do Pátio Interno podem ser visitados, já que nesse local ficavam os palácios oficiais e os templos. O Pátio Externo também está aberto para visitação, que é o local onde são encontrados os aposentos utilizados pela família Imperial. O local onde os imperadores foram coroados também não pode deixar de ser visitado, a Galeria da Suprema Harmonia, sendo que nesse lugar também foram realizadas outras cerimônias, como os casamentos imperiais. Outro ponto importante é o Trono do Imperador, onde ele é protegido por uma escultura de dragão bem grande.

O complexo ainda conta com diversas outras atrações, entre palácios e museus. No interior e ao redor de todas essas construções, podemos observar diversas peças de cerâmicas, esculturas em bronze, pinturas e objetos que pertenceram aos imperadores. A arquitetura e as obras de arte são inesquecíveis, sendo preciso pelo menos um dia inteiro para visitar a Cidade Proibida.

Aumentos nos valores de viagem não acompanham baixas em países como o Brasil

Viajar por mais que pareça prazeroso também exige um esforço. Para quem tem uma conta bancária privilegiada o esforço não é tão grande, mas para a maioria um planejamento financeiro juntamente com as promoções é indispensável para garantir bons preços e diversão.

Para o próximo ano pode ficar mais difícil encontrar aquele preço irresistível que faz uma viagem se tornar ao mesmo tempo acessível e confortável. Em 2018, as ofertas podem não ser tão atrativas quantos os almejados pontos turísticos.

De acordo com o 2018 Global Travel Forecast (Prognóstico Global de Viagem em 2018, numa tradução livre), os valores das passagens aéreas terão uma alta de 3,5% no mundo, não tem como escapar, enquanto isso o preço da hotelaria não vai aliviar, será aproximadamente 3,7% mais caro se hospedar.

Os dados são provenientes de um trabalho colaborativo entre a GBTA Foundation (associação de profissionais do ramo de viagens e eventos de empresas) e a empresa de administração global de viagens Carlson Wagonlit. Essa é a quarta edição da reunião dessas instituições.

A previsão é que aconteça um aumento esperado nos valores para a locomoção em terra por todo o mundo de 0,6%, considerando os meios de transporte público, aluguel de carro e aplicações que oferecem um compartilhamento particular de veículo.

Apesar da expectativa de aumento nos preços de maneira global, os viajantes que curtem lugares para economizar não vão perder a oportunidade de aproveitar os preços que prometem uma queda em certas regiões.

O Brasil é um país que apresentará as menores taxas de aumento assim como alguns países vizinhos. As tarifas aéreas terão 0,3% de aumento e -1,2% para o ramo de hospedagem no país. Os países de América do Norte chegam em segundo lugar na classificação de menor aumento, com 2,3% nas passagens de avião.

O resultado dos preços tem uma influência do Brasil, com uma redução para as passagens e diárias em 1,9% e 8,7%, respectivamente. Argentina, México e Venezuela não ficam de fora do baixo aumento, isso quando não apresentam queda nos preços em ambos os setores. Seria uma boa chance de viajar mais pelo país, ou então não perder as baixas dos voos e hotéis na Argentina e México.

 

Algumas das regiões com as temperaturas mais frias do planeta

Existem lugares no mundo em que o frio pode ser extremo, trazendo muitas dificuldades para a vida humana, além da vida vegetal e animal. Alguns dos lugares onde essas temperaturas podem ficar extremamente baixas, durante vários meses do ano são:

Ulan Bator, Mongólia – Esse país apesar de possuir uma grande extensão, tem somente uma população de três milhões de habitantes e a menor densidade populacional do mundo, já que esse país é quatro vezes maior do que o estado de São Paulo. A cidade de Ulan Bator é a sua capital e apresenta uma das mais baixas temperaturas encontradas no planeta. No inverno as temperaturas ficam por volta dos quinze graus negativos e no verão, as temperaturas não passam dos 22°C.

Monte Mc Kinley, Estados Unidos – Esse é o ponto mais alto da América do Norte e é um dos picos mais gelados do mundo. Ele está localizado em uma região central do Alasca e possui 6.194 metros de altura, sendo que as suas temperaturas ficam em torno de 40 graus negativos, tornando a sua escalada uma das mais difíceis do planeta. Esse monte também é  conhecido como Denali,  e no seu Parque Nacional existem rios, lagos e inesquecíveis paisagens que podem ser visitadas e apreciadas, por aqueles que não querem se aventurar em uma escalada no monte.

Oymyakon, Rússia – Esse povoado está localizado a 350 km do Círculo Polar Ártico, em uma região distante da Sibéria. Seus termômetros já chegaram a marcar -71,2°C em 1926, sendo essa a temperatura mais baixa que ocorreu no Hemisfério Norte. Para chegar nessa região é preciso enfrentar diversas dificuldades, como temperaturas médias de 50 graus negativos, que além de congelarem a gasolina dos veículos, fazem com que a região seja deserta. A distância e as estradas em péssimas condições, somente atraem as pessoas mais corajosas.

Estacion Vostok, Antártica – Localizada próxima do Pólo Sul e a cerca de 3.500 metros de altitude, essa estação russa para pesquisas, conta com temperaturas extremamente frias, ficando em média com 56 graus negativos. Mas a temperatura mais baixa registrada nesse local, ocorreu em 1983, quando os termômetros marcaram -89,2°C. Próximo dessa estação está o lago Vostok, que é um dos maiores do mundo e que fica coberto por quilômetros de gelo.

Snag, Canadá – Essa pequena vila fica no oeste do Canadá, e marcou uma das menores temperaturas da América do Norte em 1947, quando os termômetros registraram -63°C. Apenas poucas dezenas de pessoas vivem nessa vila e precisam enfrentar um clima extremamente rigoroso.

Pesquisadores descobrem um método de diferenciar as diversas etnias da África

Apesar da grande maioria das pessoas simplificarem a África como um continente predominantemente de negros, existe uma grande diversidade de tons de pele nos mais de 50 países africanos. Muitos grupos de cientistas se empenham para conseguir criar formas eficientes para efetuar a identificação das diversas raízes étnicas que existem nesse continente, tal informação pode colaborar para descobrir a origem da humanidade.

Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia conseguiram desenvolver um método para diferenciar o DNA das diversas “paletas” de pele que compõe o berço da humanidade, além do valor antropológico eles afirmam que esse trabalho pode contribuir na identificação de riscos genéticos específicos de cada tipo dermatológico.

A pesquisa foi publicada na revista Science que explica a razão de alguns habitantes africanos terem uma tonalidade de pele tão “brancos” como asiáticos, ao mesmo tempo em que muitos outros são dotados de uma cor muito escura. Segundo Sarah Tishkoff, principal autora desse trabalho, as mudanças genéticas provêm antes da antiguidade, ela disse que o Homo sapiens contemporâneo evoluiu há 3 centenas de milhares de anos.

Essa equipe de pesquisadores fez uma separação em categorias, levando em consideração a variação de pigmentações africana. Sarah através de um método que utiliza um medidor de cor que trabalha com a reflexão luminosa da pele analisaram mais de 2 mil africanos oriundos de diversas raízes étnicas. Os grupos originários da região do Nilo, localizado no leste do continente, possuem cor de pele mais escura, enquanto os pertencentes ao sul da África possui pigmentação de pele mais clara.

Após esse primeiro método, os pesquisadores trabalharam em amostras de DNA de mais de 1,5 mil voluntários, e assim conseguiram cerca de 4 milhões de polimorfismos de nucleotídeos únicos. Com essas informações eles foram capazes de relacionar as mutações com as diversas colorações de pele. Sarah Tishkoff ressaltou que uma variação dessas mutações se relaciona com a pele clara dos europeus e sul-asiáticos, que ela acredita que surgiram há mais de 30 mil anos.

“… é possível que existisse uma única fonte africana que continhas variantes genéticas associadas com a pele clara e escura…”, disse a pesquisadora.