Unidades de conservação federais tem 28% de queda de desmatamento

As unidades de conservação federais registram uma queda no desmatamento de 28% entre os meses de agosto de 2016 a julho de 2017 com um total de 159 km². Anteriormente o período havia marcado 221 km², de acordo com informações do Prodes, o Projeto de Desmatamento e Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal, divulgados por José Sarney Filho, ministro do Meio Ambiente na 23ª Conferência das Partes.

Desde de 1997, essa foi 2ª menor taxa em relação às unidades de conservação. Para Sarney, esse número é devido a fortificação do comando e controle na região. Sarney diz que essa era uma queda esperada, pois verifica o poder de polícia dos órgãos federais de fiscalização com uma base financeira, humana, tecnológica, informacional e logística maior.

O estado do Pará registrou uma diminuição de 65% na Floresta Nacional do Jamanxim, o maior registro das unidades de conservação. No Acre, a reserva Extrativista Chico Mendes registrou queda de 36% no desmatamento. “A diminuição também foi mais abundante que o desmatamento em toda a região Amazônica, que foi de 16%, de acordo com informações do Prodes”</i> relata o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Ricardo Soavinski. Segundo ele o desmatamento em unidades conservação federais tem apenas 2,4% de representação do total de desmatamento da Amazônia.

A Noruega, é o principal país doador de recursos ao Fundo Amazônia, na ocasião reconheceu os resultados que o Governo alcançou e se mostrou orgulhosa pela parceria que já dura uma década. O ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Vidar Helgensen, disse que não existe dúvidas de que os brasileiros estão se esforçando na questão do clima global. A Noruega encoraja o Brasil para um caminho de conservação florestal.

O Brasil recebeu esforços de caixa para a redução do desmatamento no país. A Alemanha irá enviar 235 milhões adicionais para o Brasil, sendo um pouco mais da metade destinadas ao Fundo Amazônia, que o país vem colaborando desde de 2010. O restante do dinheiro servirá de financiamento de projetos de manejo sustentável das florestas no estado do Acre e Mato Grosso.

 

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