Conselho Federal de Fonoaudiologia alerta sobre problemas causados pelo uso excessivo do fone de ouvido

O Conselho Federal de Fonoaudiologia reportou recentemente um alerta sobre os riscos que os jovens estão correndo por causa do uso inadequado do fone de ouvido. Thelma Costa, a presidente do conselho, falou que os adolescentes estão habituados a usar o fone de ouvido no volume máximo no dia a dia e isso pode acarretar problemas auditivos, que podem se tornar uma perda de audição irreversível.

Ela explicou que em razão da alta poluição sonora no cenário urbano, assim como a exposição a equipamentos de som, tem aumentado o numero de incidências de pessoas com perda auditiva parcial ou total. Ela destacou os músicos que inevitavelmente precisam se expor ao som alto, se preocupam em usar protetores auditivos que servem como seletores de som.

Thelma orienta aos responsáveis ficarem atentos como os filhos estão usando esses equipamentos, que se for possível ouvir algum som do fone de ouvido estando a 1 metro de distancia da pessoa é porque o volume esta num patamar perigoso e deve ser reduzido de imediato.

Há pouco tempo chegou a tramitar no Congresso Nacional um projeto de lei que obrigaria as fabricantes a limitar o volume máximo desses aparelhos, no entanto não foi aprovado. A presidente do conselho ainda comentou que as escolas precisam ter a preocupação de se situarem em locais com menos barulho e suas salas de aula precisam ser planejadas para ter uma melhor acústica.

Esses alertas foram noticiados no dia 10 de novembro, o Dia Nacional de Prevenção e Combate a Surdez, o Conselho Federal de Fonoaudiologia informou que existem vários motivos que podem causar problemas auditivos e que muitos deles podem ser evitados. A Presidente do conselho falou que os problemas variam de acordo com a fase da vida.

Um bebe já pode nascer com problema de audição, que pode ter sido causado por doenças na gravidez, como sífilis, rubéola ou porque a mãe consumiu drogas durante a gestação. A Thelma ressalta que é de extrema importância à realização do teste de ouvido logo após o nascimento para verificar a possibilidade de intervenção em crianças diagnosticadas.

 

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