Cresce setor agropecuário do Rio Grande do Sul, e sobe participação no PIB brasileiro

Não é de hoje que o Brasil vem sofrendo com a crise econômica pela qual passa- a retração na economia é uma realidade que está sendo sentida pelos mais variados setores do país. No entanto, uma boa notícia foi divulgada pela Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul – foi observado um crescimento na no setor da agropecuária, o que aumentou em 2% a participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

O grande aliado dos pecuaristas que investem para manter o comércio com o exterior tem sido o mercado da exportação do gado. Há cerca de três meses, em outubro do ano passado, foram exportados do Norte gaúcho, 270 animais vivos. A situação foi inédita e deixou os produtores da região e otimistas por poder contar com a alternativa.

O pecuarista Aparício Figueiredo mostra-se animados com as possibilidades, visto que, só da propriedade dele, 90 terneiros já foram exportados . O criador de gado já está pensando em algumas ações que o possibilitem ampliar a relação com os clientes estrangeiros. “Vai ser um novo patamar, um novo comércio do terneiro sem castrar, o terneiro ‘boludo’, e o terneiro castrado”, acentua o pecuarista. Ele ainda acrescenta – “Nós estamos preparando para ver se em fevereiro já faz um grande negócio, um grande comércio. O gado vai valer preço, o gado vai valer dinheiro”. Ele já reservou 200 terneiros com o intuito de vende-los no comércio exterior.

É importante ter claro, contudo, que, para se obter sucesso no setor, a alimentação dos animais é uma etapa fundamental. É ela que garante o desenvolvimento adequado do boi. Na criação de Aparício, por exemplo, trabalha-se com a intenção de manter o peso dos animais entre 200kg e 320kg. Para isso, e também para manter o sabor da carne na hora do consumo e conquistar os cliente estrangeiros, na época do confinamento – sistema de criação que visa acelerar a engorda, com o objetivo de otimizar o processo produtivo – a estratégia pensada por Aparício Figueiredo é preparar o cardápio do animais sem ração, mas incluir o resíduo de soja, a silagem de milho, a aveia coronada branca e o mineral. Afinal, se a carne, tanto em gosto quanto em aspecto, não estiver do agrado dos compradores, o negócio não vai para frente.

Como escolher a Universidade

O que você gosta de fazer? Ler? Escrever? Praticar esportes? Depois disso, pense nas suas disciplinas preferidas. Quais são elas? Por exemplo, se você gostar de Biologia e Química, pode ser um indício de que um curso na área de biológicas ou saúde seja uma boa escolha. Já se preferir história e geografia, você pode ser mais feliz em um curso de humanas.

Depois disso, pense em como você se imagina daqui 10 anos. Dentro de um escritório, em uma indústria, fazendo pesquisas de campo? Qual local seria ideal para você trabalhar? Anote tudo, pois isso vai ajudar a selecionar cursos.

PROCURE CURSOS QUE OFEREÇAM O QUE VOCÊ QUER

Entendendo os seus gostos, você já vai ter uma noção de que área que combina com você. Depois que chegar à essa conclusão, pesquise os cursos existentes dentro dessa grande área. Leia sobre eles, descarte os que você achar que não são interessantes para o seu caso e anote os que achar que podem boas alternativas.

PESQUISE AS MATÉRIAS

Provavelmente, ao chegar nessa etapa, você terá selecionado três ou quatro cursos que lhe interessaram. Procure sobre eles na internet, principalmente nas páginas das universidades. Veja quais são as matérias você terá que estudar e onde o curso está disponível, para ver se você tem condições de se mudar para realizá-lo. Alguns cursos são oferecidos em poucos lugares e isso pode se tornar uma grande limitação.

CONVERSE COM PESSOAS DA ÁREA

Se tiver oportunidade, converse com um profissional de cada uma das profissões pelas quais você se interessou. Eles poderão falar mais sobre cotidiano, mercado de trabalho, entre outros. Isso ajudará na sua escolha. Você também pode entrar em grupos do Facebook e perguntar para os profissionais. Conte que está em dúvda e que gostaria de saber a opinião deles. Todo mundo costuma ajudar e você terá uma visão melhor do que está acontecendo na área.

FAÇA TESTES VOCACIONAIS

Alguns psicólogos fazem esse tipo de teste para ajudar na orientação dos estudantes. Se você tiver essa oportunidade, pode ser uma boa forma de descobrir qual é a melhor área para você.

Lembre-se de que a profissão é sua e você provavelmente vai passar o resto da sua vida trabalhando nela. Portanto, não é porque a sua tia acha bonito ser advogado que você deve largar o sonho de ser músico e encarar um curso que não atende seus objetivos. A decisão é sua!

PENSE NAS FORMAS DE PAGAMENTO

Nem sempre é possível pagar o curso mensalmente, pois as mensalidades são caras. Por isso, a dica é pesquisar e descobrir se nas universidades que oferecem o curso que você quer, há possibilidade de conseguir bolsas ou fazer um financiamento através do FIES ou do PRAVALER. Verifique as universidades e faça uma simulação!

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Construcap venceu licitação para construir novo hospital de Sorocaba e mais dois

Para a felicidade dos habitantes de Sorocaba, foi anunciada, pelo Governo de São Paulo, no dia 1 de julho de 2014, a empresa vencedora da licitação que envolvia não só a construção do novo hospital regional de Sorocaba, mas também a construção, na capital, do Pérola Byington (Hospital da Mulher), e da unidade de São José dos Campos. A responsável por essas dispendiosas obras, que exigiam investimentos de R$ 772 milhões, foi a Construcap CCPS Engenharia e Comércio S/A, que concorreu com outros dois consórcios pela licitação no modelo de Parceria Público-Privada (PPP). Desse modo, a assinatura do contrato ocorreu no prazo de até 60 dias, junto com o começo das referidas obras.

E a Construcap terá de enfrentar um grande desafio, já que o mesmo contrato estabeleceu um prazo de conclusão de até três anos. Na época, o Governo do Estado dizia, quanto à obra da unidade hospitalar de Sorocaba, que seria de um investimento de R$ 248,4 milhões, já incluindo aí tanto a obra civil quantos os projetos, tanto os mobiliários quanto os equipamentos médicos, e tanto a tecnologia de informação quanto a instrumentação cirúrgica e o transporte.

E talvez, à aquela altura, ainda impressionasse aos leigos o tamanho do investimento que teria de ser feito pela Construcap, não obstante, essa impressão só durava até que se compreendesse a dimensão do mesmo, afinal, esse segundo hospital regional de Sorocaba tinha de ser construído sobre uma área de 37 mil metros quadrados, que foi doação da Prefeitura, inclusive. E nesse novo hospital, situado em plena rodovia Raposo Tavares, na altura do km 106, pôde assim contar 250 leitos, sendo 96 deles para Unidade de Terapia Intensiva, comumente chamada pela sigla UTI. Além desses, também foram agraciados os moradores da cidade com dez salas cirúrgicas. Como não bastasse, somou-se a isso também um serviço completo de diagnóstico por imagem, um centro de pesquisa e ensino, e, por fim, um heliponto.

Após a construção do hospital, já estava determinado, através do contrato, que a Construcap não só o operaria por 20 anos, como também teria a responsabilidade de contratar os funcionários do setor operacional e também do setor administrativo. Porém, só esses mesmos, pois desde aquela época já estava certo de que a contratação da equipe médica e dos demais profissionais de saúde ficaria a cargo do governo do Estado.

Apesar de não terem sido divulgados os nomes dos consórcios que concorreram com a Construcap, o que se soube, ainda na época prévia à abertura dos envelopes, ocorrida no dia 28 de maio do mesmo ano, é que uma das duas empresas que perdeu os dois lotes da licitação, inconformada, entrou com recurso, o que levou obviamente à situação de atraso da finalização do processo. No entanto, tudo acabou saindo bem, tendo dito ainda o governo à época, numa matéria que foi divulgada pela imprensa oficial, que por meio do processo de PPP, o custeio dos serviços de apoio oferecidos nas unidades teria uma economia de 28%, assim que fossem concluídas as obras.

 

Luz no fim do túnel? Fevereiro traz bandeira verde para consumo de energia elétrica

Desde janeiro de 2015, um sistema implantado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) vêm comumente causando desconforto entre os consumidores de energia.

O sistema visa espelhar em conta o que a natureza transmite aos brados. Assim como um sinaleiro, as cores verde, amarelo e vermelho passaram a representar se o ambiente está favorável ou não ao consumo de energia elétrica. A energia depende e muito das usinas hidrelétricas e reservatórios de água distribuídos por vários pontos do país. Não é nenhuma novidade que o país está diante de uma perspectiva que assusta à muito tempo: Escassez de água. Embora o Brasil seja considerado uma potência hídrica, a má distribuição geográfica e gestão precária dos recursos em questão, fazem com que reservatórios em vários pontos estratégicos percam a eficácia por não serem abastecidos conforme a demanda. Com usinas hidrelétricas com perda significativa de capacidade devido a sua principal fonte de matéria-prima, resta apelar às usinas termelétricas, que têm como base a queima de combustíveis fósseis como óleo, carvão etc. O processo das termelétricas implica em aumento de gastos, que reflete no cliente final: O consumidor.

Com isso em vista, a Aneel criou um sistema que visa repassar os custos gerados da energia alternativa ao consumidor. Em suma, a tarifa de bandeira verde na conta de luz, significa que o consumidor irá pagar apenas a energia que consumiu durante o mês, sem nenhum tipo de acréscimo. A bandeira de cor amarela, tal como o semáforo, é sinônimo de alerta, os níveis das hidrelétricas provavelmente atingiram níveis críticos, e a capacidade de gerar energia está reduzida, gerando ao consumidor um acréscimo de R$1,50 para 100 Quilowatt-Hora. Já a bandeira vermelha significa custos significativos de energia elétrica, resultando em tarifas de R$3,00 para 100 Quilowatt-hora. Independente do consumo de energia do mês, as tarifas acima são aplicadas ao consumidor e às distribuidoras.

Com esses dados em mente, a notícia boa é: O excesso de chuva desde o começo de 2017 encheu os reservatórios de água, mantendo um bom nível para consumo. Desde o início do implante do sistema, a maioria dos meses mantinham a bandeira vermelha, devido às secas em geral. Porém, no final do ano de 2016, os bons ventos da mudança sopraram e trouxeram um presente inusitado: Água. É obvio que o mundo enfrenta mudanças profundas que impactam no meio ambiente, e água em excesso também pode ser desfavorável. Prova disso são as inundações e enchentes que andam assolando as cidades metropolitanas em geral. Porém com os reservatórios cheios, pode-se observar uma pequena luz no fim do túnel: Bandeira verde ao bolso do consumidor.

Fonte

Comportamento de chimpanzés surpreende pesquisadores na África

de um projeto que visa diminuir a degradação ambiental no local, avistaram um grupo de chimpanzés utilizando objetos que eles próprios confeccionaram. Segundo os responsáveis pelas pesquisas, os animais estariam bebendo água nos artefatos produzidos. Todas as informações só vieram à tona por meio do modo adotado para a observação da região, conforme explica uma matéria publicada pela BBC voltada para o público brasileiro.

A equipe do projeto intitulado de Compõe Chimpamzee Conservation Project dispôs, ao longo de determinado trecho de floresta, algumas câmeras de funcionamento automático. Por meio delas, pôde-se perceber a forma como estes animais desenvolvem tais ferramentas. Segundo os observadores, galhos bastante finos foram os escolhidos na hora da feitura dos utensílios. As pontas dos gravetos foram mastigadas pelos chimpanzés de maneira a tornarem-se algo parecido com um pincel, absorvendo líquidos como a água.

A conclusão a que os cientistas chegaram, foi a de que houve intencionalidade no ato da produção dos objetos, tratando-se de mecanismos que auxiliariam os animais no momento que sentissem sede, uma vez que poderiam obter e consumir o líquido crucial para sua sobrevivência. O episódio rendeu uma publicação na American Journal of Primatology, revista cujo conteúdo abrange assuntos exclusivos sobre os primatas.

Líder do projeto no continente africano, o pesquisador Juan Lapuente estabeleceu uma comparação com outro acontecimento envolvendo os chimpanzés. De acordo com a publicação, ele afirmou que os animais já foram flagrados praticando algo semelhante, mas com o intuito de se vasculhar colmeias atrás de mel para se alimentarem. E ainda citou que a região onde realizou suas observações anteriores foi justamente a África.

A sofisticação dos objetos produzidos causou perplexidade nos cientistas, que realizaram diversos testes com o que foi descoberto. Para eles, os utensílios destinados à captura do mel eram ligeiramente diferentes daqueles cuja produção objetivava a obtenção de água. Por serem feitos em formato maus alongado, estes últimos davam aos chimpanzés uma grande possibilidade de atingirem seus objetivos na hora da sede. Através da entrevista, Lapuente anunciou tratar-se de um feito jamais visto por qualquer outro estudioso no assunto, pela finalidade atribuída aos objetos.

O cientista apontou que o acontecimento é, para a ciência, uma prova de que os animais dessa espécie obtiveram um importante meio de se adaptarem aos revezes da natureza que, vez por outra assolam o Parque Nacional de Comoe. Ele destacou também que, com pontas alongadas, as chances desses primatas conseguirem a tão escassa água são maiores, daí o caráter evolutivo e a importante contribuição científica sobre o que foi estudado na região.

Lapuente reforçou a informação de que tal espécie encontra-se em extinção e que o fato indica que os indivíduos do grupo adotaram um tipo de comportamento conhecido como “cultura de bebida”. Como a própria expressão sugere, o cientista explicou esse forma de atitude coletiva é um meio que os animais encontram de conseguirem sobreviver a episódios de seca extrema e prolongada. A novidade ilustra, portanto, a evolução dos primatas frente ao ambiente por vezes hostil que o continente apresenta na atualidade.

 

Luciana Lóssio: o exemplo do poder feminino na política brasileira

Luciana Lóssio, jurista brasileira, é bacharel em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e inscrita desde 1999 na Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Distrito Federal. Em 2013, tornou-se ministra efetiva do Tribunal Superior Eleitoral.

Com experiência na Justiça Eleitoral, Luciana Lóssio advogou nas eleições gerais de 2010, sendo reconhecida também por realizar inúmeras sustentações orais no Plenário do TSE, atuando também em defesa de diversos governadores e membros do alto escalão do Poder Executivo, dos mais importantes do país. É especialista em Direito Eleitoral e membro do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (IBRADE).

Durante sua carreira como advogada, conquistou a mais importante conquista para uma mulher. Símbolo do empoderamento feminino na política brasileira, Luciana Lóssio foi a primeira mulher a ocupar o cargo de Ministra Substituta do Tribunal Superior Eleitoral, em 2011, entrando para a história.

Atuando durante sete anos na Procuradoria-Geral da República, a jurista assessorou ainda importantes processos junto ao TSE e TSF, sempre de forma justa, honesta, e em conformidade com toda a legislação brasileira em vigor.

Exercendo inúmeras funções no meio jurídico, demonstrou extrema competência e conhecimento em diversas áreas do Direito, lidando ainda com casos bastante complexos, que a levaram a ocupar o cargo de Ministra Titular do TSE, contribuindo para a credibilidade e bom funcionamento da instituição.

Prestando o compromisso regimental de cumprir, bem e fielmente, os deveres e atribuições respectivos em harmonia com a Constituição e as leis da República, Luciana Lóssio assumiu o cargo de 2013 a 2015, quebrando paradigmas nos órgãos superiores de julgamento, que sempre contavam com uma maioria de homens.

A nova ministra mostrou muita dedicação no cargo, empenhando todo o seu esforço e conhecimento para bem servir ao sistema democrático, e em meio a uma crise a qual o Brasil estava (e ainda está) instalado, as qualidades da jurista se tornaram essenciais para que os novos rumos o qual o setor político brasileiro seguiu.

Atualmente, é conselheira do Conselho Nacional dos Direitos Humanos, utilizando a nova experiência como uma oportunidade de colaborar com a segurança dos cidadãos brasileiros, bem como garantir os seus direitos previstos na Constituição.

O órgão promove e resguarda os direitos humanos através de ações que evitam qualquer ameaça de violação de direitos, sendo o protetor do cidadão brasileiro. O CNDH age em defesa de diversos grupos sociais, bem como causas defendidas por estes grupos e pelo próprio Conselho, como crianças e adolescentes, pessoas idosas, portadores de necessidades especiais, erradicação definitiva do trabalho escravo, dentre outros.

 

O livro sobre Direito Eleitoral

 

Luciana Lóssio é uma das autoras da obra “Direito Eleitoral – Aspectos materiais e processuais”, ao lado de reconhecidos juristas relacionados ao campo de estudo no Brasil. O livro reúne 37 artigos a respeito de vários assuntos do Direito Eleitoral, assinados por 44 autores.

Composta de artigos elaborados por consagrados juristas brasileiros, a obra aborda temas clássicos e atuais, com a intenção foi agregar variados olhares a respeito do Direito Eleitoral, não apenas do magistério, inclusive da atuação do magistrado, da advocacia, do Ministério Público. Segundo a advogada, o livro traz um texto atual, um trabalho bem feito, bem organizado.

Sexta-feira 13: como surgiu a superstição do dia do azar

A sexta-feira 13 ficou conhecida como um dia de azar e de terror. Muitas são as histórias sobre a origem desta superstição. A data possui simbolismo tão forte que tem até uma doença relacionada, a Parasquavedequatriafobia, que é a aversão às sextas-feiras 13.

Uma das teorias sobre a origem da lenda sobre a data remonta o dia 13 de outubro de 1307, quando o rei Filipe IV da França declarou ilegal a Ordem dos Templários, mandou prender seus integrantes em todo o país, torturou alguns e mandou executar outros por heresia.

Outra história sobre a origem tem raiz nórdica. Doze divindades teriam comparecido a um banquete na casa dos deuses, o Valhalla. Então, um décimo terceiro convidado apareceu, o Loki, um espírito do mal e da discórdia, causou uma confusão que resultou na morte do deus Balder. Desde então, acredita-se que convidar 13 pessoas para sua casa ou festa dá azar.

Das raízes católicas vem outra possibilidade, a que conta que Jesus teria sido crucificado em uma sexta-feira 13, pois a Páscoa judaica é celebrada no calendário hebraico no dia 14 do mês de Nissan. Além disso, a Última Ceia teve 13 pessoas à mesa e Jesus e Judas morreram de mortes trágicas pouco tempo depois.

Da Escandinávia vem a história da deusa Frigga. Representante do amor e beleza, transformou-se em bruxa quando as tribos alemãs e nórdicas começaram a se converter ao Cristianismo. Em seu plano de vingança, reunia outras 12 bruxas, todas as sextas-feiras.

Muitos autores tiraram proveito do mistério que ronda a data, Geoffrey Chaucer, escritor e filósofo, no século XIV, no seu livro “Os Contos de Cantuária” já tratava a sexta-feira 13 como uma data de má sorte. Thomas William Lawson, homem de negócios, lançou, em 1907, o livro “Sexta-feira 13”, que conta a história de um corretor da bolsa que faz uso da superstição para gerar pânico em Wall Street neste dia.

Algumas tragédias se tornaram ainda mais emblemáticas por terem acontecido em uma sexta-feira 13. Em 13 de abril de 1970, a nave da missão Apollo 13 explodiu. Já em 13 de outubro de 1972 aconteceu o trágico acidente aéreo na Cordilheira dos Andes que vitimou o time uruguaio de Rugby. O naufrágio do transatlântico Costa Concórdia aconteceu em 13 de janeiro de 2012. Em uma sexta-feira 13 de 1939, ocorreu o pior incêndio em uma floresta da história da Austrália. No Brasil, o Ato Institucional nº 5, conhecido como o momento mais difícil da ditadura militar nacional, que enrijeceu a censura e institucionalizou a tortura, foi baixado em 13 de dezembro de 1968, uma sexta-feira.

Saiba mais: Sexta-feira 13: entenda a má fama da data

 

Pós bariátrica, um sonho realizado?

A bariátrica é um procedimento cirúrgico muito discutido ultimamente, tendo em vista, que a população mundial esta mais obesa e tal cirurgia não é só um procedimento estético, a mesma é utilizada para retirar a gordura do corpo de paciente em estado de saúde debilitada, e não é porque você esta acima do peso que poderá fazer a cirurgia, para realizar a bariátrica o paciente terá que estar no mínimo com IMC(Índice de Massa Corporal) a partir de 35, segundo o site: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/01/conselho-reduz-imc-minimo-para-cirurgia-bariatrica-de-40-para-35-kgm.html

 

 

Após a cirurgia vem à frustração de muitos pacientes, uma vez que, a bariátrica requer cuidados rigorosos para que o paciente tenha uma vida saudável, tais como: não comer como antes, se isso acontecer o paciente passará desconforto e dores, não dá para imaginar, porém a cirurgia modifica cerca 22 mil genes do organismo, terá que consumir complementos vitamínicos, pois o corpo não irá mais absorver como antes as vitaminas e minerais e uma dieta regular, já que o paciente terá que se adequar as necessidades do seu novo corpo conforme relatam pacientes no site: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/the-new-york-times/2017/01/08/o-que-acontece-apos-a-cirurgia-bariatrica-pacientes-contam-alegrias-e-decepcoes.htm

 

 

Mas então qual a vantagem da cirurgia bariátrica? Para muitos tal cirurgia não é uma opção e sim uma necessidade, e a maior vantagem é ter uma perspectiva de vida melhor, tendo em vista que vários pacientes estavam em estado muito debilitados, mórbidos, sem condições de se levantarem sozinhos, para esses, a cirurgia é a única luz.

 

Um sonho realizado? Não, e sim a etapa de um sonho, é a possibilidade de uma nova vida. A cirurgia não deve ser encarada como um ponto final e sim o inicio de vários cuidados, como: pratica de exercícios físicos para perda continua de peso até alcançar o peso desejado e um melhor condicionamento, uma alimentação rica em nutrientes como corrobora o site: https://www.tuasaude.com/alimentacao-apos-cirurgia-bariatrica/, nesse site além da dieta pós bariátrica com cardápios prontos eles também mencionam os tipos de alimentos proibidos após a cirurgia e uma dieta rígida de 2 a 3 meses que o paciente terá que submeter-se para conseguir a adequar seu sistema digestivo.

 

Além da cirurgia física o paciente tem que fazer uma cirurgia mental, é como acordar em outro corpo, mudanças de hábitos serão necessárias, não dá para viver como antes, no link mencionado acima, alguns pacientes relatam, pré a pós cirurgia, são relatos impactantes, alguns de frustração outros de alegria, no entanto ambos de mudanças.

 

Decorremos as contraditórias sobre o tema cirurgia bariátrica e concluímos que não é um sonho realizado, mas um luz para muitos. Entender sobre o tema é o primeiro passo para estar mais preparado, seguem o link de algumas fontes de pesquisa sobre o tema: http://saude.ig.com.br/minhasaude/17-duvidas-sobre-reducao-de-estomago-respondidas-por-medicos/n1597191764400.htm , http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/the-new-york-times/2017/01/08/o-que-acontece-apos-a-cirurgia-bariatrica-pacientes-contam-alegrias-e-decepcoes.htm, http://cirurgia-bariatrica.info/

 

A tradição carnavalesca no Rio de Janeiro

Passadas as festas de Natal e Ano Novo, o carnaval já começa a ser cobiçado pela maioria dos brasileiros.

Além do feriado prolongado a ser aproveitado, o carnaval traz muitas cores, diversão e música. Sendo assim, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, ficam o ano inteiro se preparando para a gloriosa folia. Seja pelos desfiles, seja pelos blocos de rua, é impossível negar a tradição nacional que é a celebração do samba.

O melhor lugar para aproveitar a festividade, seja no sambódramo, seja na rua, é o Rio de Janeiro. A tradição começou em 1840, com os bailes, sendo que a primeira escola de samba nasceu no Rio. A cidade maravilhosa oferece total estrutura para o evento. Cerca de um milhão de turistas são recebidos, desfrutando de desfiles, blocos e tudo mais que tem direito, dando ao Rio, o título de capital mundial do carnaval, sendo eleito pelo Guinness World Records, como o maior carnaval do mundo.

No Rio de Janeiro, o carnaval é para todos. Você não encontrará distinção de lugares ou vendas de abadás, por exemplo. A festa é gratuita e tem como intuito a participação de todos, sem segregações ou descriminações de qualquer ordem. As ruas ficam todas cheias, de habitantes locais e turistas, de todas as partes do mundo.

O carnaval carioca não trata-se apenas da Sapucaí ou dos quatro dias que são considerados feriado: neste ano (2017), no Rio, o começo oficial do carnaval acontece no dia 28 de fevereiro, entretanto, duas semanas antes do início oficial, a cidade será contemplada com o som da bateria e ocupada com mais de 400 blocos de rua.

Desses blocos, o Bola Preta ganha destaque por ser o mais antigo e tem início às 8 da manhã. Esse bloco contou com a presença da cantora Ludmilla em 2016, isso expressa a preocupação em sempre estar se reinventando.

Como já citado, os grandes desfiles acontecem na chamada Sapucaí. O Sambódramo Marquês de Sapucaí teve sua inauguração em 1984 e é chamado de Passarela do Samba. Se você já acompanhou algum desfile pela televisão, deve ter a mínima noção do quão lindas são as apresentações das escolas. Um espetáculo de cores, conceitos e histórias, expressado através dos desfiles, enchem os olhos dos espectadores, contando com lindas e produzidas rainhas de bateria, carros alegóricos e fantasias incríveis.

Pra quem quer curtir o carnaval, com muita tradição, o Rio de Janeiro é, sem dúvida, a melhor opção.

Para ficar por dentro de tudo que acontecerá no carnaval 2017, basta clicar aqui.

 

China cria polícia ambiental para conter abusos de poluição

A China está revendo suas prioridades quanto ao desenvolvimento sustentável. 2017 será o ano em que será criado no país uma polícia ambiental cuja responsabilidade é controlar o cumprimento de medidas de antipoluição. O anúncio foi feito pelo prefeito adjunto de Pequim, Cai Qi.

O anúncio foi feito durante uma reunião que contou com membros da prefeitura, moradores e jornalistas. Cai Qi enfatizou que existem inúmeros atos de descumprimento de normas devido uma supervisão frouxa e uma vigilância inadequada. As informações são da agência oficial “Xinhua”.

As medidas foram anunciadas pouco antes do registro de um episódio relacionado a poluição que fez a cidade entrar em alerta laranja, segunda escala mais grave de quatro, durante mais de uma semana.

A Polícia ambiental

O Ministério de Proteção Ambiental reconhece que muitas companhias poluentes que atuam na China não reduziram seus índices de poluição, tampouco paralisaram suas atividades quando há alguma sanção ou alerta ambiental.

Até o momento não foram esclarecidas como será a atuação da polícia ambiental, contudo o prefeito ajunto de Pequim informou que ela se encarregará de atividades como a queima de biomassa, incineração de lixo, entre outras. Ele também afirmou que a última central energia que utiliza carvão será fechada após o inverno, promessa antiga que nunca foi cumprida pelas autoridades.

Qi destacou outra promessa antiga: o fechamento de empresas que poluem na capital e a renovação dos padrões para que elas possam poluir menos, além da adequação as normas ambientais internacionais. Devido as queixas da população diante do último episódio de contaminação, a prefeitura anunciou a instalação de equipamento purificador do ar em creches e escolas.

A boa notícia fica por conta da venda de gasolina e diesel reformulados emitir gases mais limpos em Pequim.

Alerta em mais de 20 cidades

25 cidades chinesas do norte, leste e do centro estão em alerta vermelho devido a forte poluição do ar. De acordo com autoridades e a imprensa estatal 72 cidades encontram – se em algum tipo de alerta por conta da poluição. Em Pequim e outras 20 cidades estão em alerta laranja pelo mesmo problema e outras 16 em alerta amarelo.

Uma das regiões mais afetadas foi Pequim-Tianjin-Hebei, no nordeste. Em alguns pontos da região, a poluição chegaram a níveis muito elevados, com concentrações de partículas PM 2,5 (as mais nocivas para) de até 300 microgramas por metros cúbicos. Nível máximo recomendado para áreas urbanas, segundo a Organização Mundial da Saúde.

A região sofre mais por causa dos nevoeiros comuns nessa época do ano. A combinação da poluição com o nevoeiro diminuiu a visibilidade consideravelmente, informou o Centro Meteorológico Nacional chinês. O que causou problemas em aeroportos e estradas de cidades populosas, a exemplo de Chengdu e Tianjin.