Vulcão nas Filipinas pode entrar em erupção e país está em alerta máximo

O vulcão Mayon pode entrar em erupção a qualquer momento nas Filipinas, segundo especialistas. Durante o fim de semana, ele apresentou fumaças cinzentas saindo de sua cratera e milhares de pessoas tiveram que abandonar suas casas.

A situação teve o seu nível de alerta elevado para “crítico”, pela agência sismológica do país. O vulcão que está localizado na parte leste do arquipélago, a uma distância de 350 km de Manila, pode despejar rios de lava sobre tudo a sua volta e alterar a paisagem da região.

O vulcão nos últimos dias, apresentou uma erupção com nuvens de fumaça que geraram uma chuva de cinzas, fazendo com que a agência elevasse para o nível 2 no dia seguinte, e em seguida para o nível 3.

Outras erupções aconteceram depois da primeira no sábado, provocando o deslizamento de mais de 150 pedras e o alerta para que houvesse a retirada dos moradores em um raio de 6 km. Na segunda, a retirada aumentou para um raio de 7 km, o que significou  a desocupação de mais de 12.000 moradores.

Segundo Rachel Ann Miranda, porta-voz do Escritório de Defesa Civil da região, existem indicações de que o vulcão vai apresentar uma erupção mais forte, sendo preciso estar preparado para qualquer situação, já que todos os moradores saíram da área de risco.

Nesse caso a erupção pode acontecer a qualquer momento, ou ainda demorar semanas para que isso aconteça. Os moradores estão em locais temporários e escolas, mas o governo local estuda acomodar essas pessoas por um prazo ainda maior, de acordo com Miranda.

Ela falou que os animais também vão ser retirados das áreas que estão ameaçadas, evitando que moradores se arrisquem para salvar o gado da região.

De acordo com a agência sismológica, o Mayon apresenta magma na sua cratera e pode ocorrer uma erupção forte em apenas alguns dias ou semanas. O comunicado da agência também dizia, que existe um elemento brilhante que pode significar o aumento de um domo recente de lava, levando ela para a encosta do lado sul.

As autoridades da província reduziram os voos de aviões no espaço aéreo próximo do vulcão, como uma medida de segurança além da retirada das pessoas e dos animais.

Indícios podem mostrar se um aparelho celular sofreu invasão de hackers

Os aparelhos celulares são considerados imprescindíveis para a rotina da maior parte das pessoas do planeta. Isso ocorre pelo fato dos usuários utilizarem tais dispositivos para armazenamento de diversos tipos de dados, tais como aqueles provenientes de e-mails, contas bancárias, fotografias, dentre outros. Assim sendo, é praticamente impossível conceber uma vida urbana sem o uso dessa tecnologia.

Tamanha facilidade conferida aos donos de celulares é, no entanto, equivalente ao risco de se receber um ataque de hackers. Algumas alterações são características desse tipo de invasão considerada frequente. Conhecer os sinais de que o aparelho celular foi invadido é uma maneira de se saber se algo de fato está ocorrendo de modo diferente do habitual.

Um dos principais indícios de que um celular foi hackeado refere-se à lentidão que ele pode passar a apresentar. Dessa maneira, após se descartar outras hipóteses para o problema, é bastante provável que o dispositivo tenha sido afetado por algum tipo de programa malicioso. Até mesmo o momento de se conectar à internet pode se tornar lento em decorrência desse tipo de vírus.

Se o celular estiver mais aquecido que de costume, é outra forte pista de que um hacker esteja roubando os dados do dispositivo, relataram representantes da Intel. Os especialistas na área também explicaram que um programa invasor poderá estar atuando paralelamente com os aplicativos presentes no aparelho.

Muitas pessoas relatam que a bateria do celular costuma se esgotar muito rapidamente. Mesmo com a existência de diversas causas para o problema, é possível que as informações pessoais estejam em mãos perigosas. Tal situação costuma acontecer, sobretudo, quando a carga acaba de modo muito repentino.

Pode parecer estranho, mas alguns aparelhos passam a mandar e receber mensagens de modo automático, configurando um risco de que o dispositivo esteja sendo invadido. Esse comportamento anormal poderá ocorrer tanto por mensagens de texto, quanto por conversas através de aplicativos como o Whatsapp.

Programas instalados sem que o usuário tenha dado comando para tal representam uma situação suspeita, já que as instalações não deveriam acontecer sem o explícito consentimento dos portadores de celulares.

 

Saiba mais:

https://www.terra.com.br/noticias/mundo/7-sinais-de-que-o-seu-celular-foi-hackeado-e-o-que-fazer,4077c398bb2885be3bd2f4a397599179x3w8qp9y.html

Busca por crédito em 2017 teve seu maior nível nos últimos seis anos

De acordo com os dados do “Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito”, o número de consumidores brasileiros que realizaram simulações de crédito nas instituições bancárias e financeiras teve um aumento de 4,9% em 2017, em uma comparação com os dados de 2016. O estudo sobre a demanda por crédito foi publicado no dia 17 de janeiro deste ano.

Segundo o levantamento do Indicador Serasa Experian, o aumento de 2017 foi considerado o maior dentre os últimos seis anos. Diante da série histórica, que foi iniciada no ano de 2008, o ano de 2017 entrou para o registro do quarto ano com o valor mais elevado da demanda por crédito.

Os economistas da Serasa, que são responsáveis pela realização do estudo, acreditam que uma série de fatores foram fundamentais para que essa demanda por crédito aumentasse em 2017, dentre os fatores estão: aumento da renda real dos consumidores, recuperação dos níveis de confiança dos brasileiros, queda das taxas de juros cobradas pelas instituições que oferecem linhas de crédito, e o aumento das ofertas em torno das linhas de crédito.

Segundo os economista da Serasa, esses fatores explicam de forma significativa o aumento da demanda por crédito no último ano, principalmente por parte da população de baixa renda do país.

Os dados do levantamento indicaram que a demanda por crédito teve um crescimento de 15,2% entre os consumidores que recebiam até R$ 500 mensais em 2017. Já entre os valores mensais de R$ 500 e R$ 1.000, a demanda por crédito teve um crescimento de 4,6% no ano passado. Outra faixa de renda com crescimento na demanda por crédito foi a de R$ 1.000 a R$ 2.000, que registrou um aumento de 3,2% em 2017, comparado aos dados de 2016.

Além disso, o Indicador Serasa Experian revelou que a demanda por crédito teve um aumento maior nas regiões brasileiras consideradas menos desenvolvidas. As regiões e os respectivos aumento na demanda por crédito foram as seguintes: Nordeste, com 8,1% de crescimento; Norte, com 6,9%; Sudeste, com 5%; Sul, com 3,4%; e Centro-Oeste, com 0,2% de crescimento em 2017.